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Arquivo de janeiro, 2009

28
jan

Oficina de Montagem

O Pyndorama abre espaço para a Oficina de Montagem, ministrada pelo ator Tony Giusti.

Trata-se de uma Oficina de pesquisas intensas sobre temas que serão escolhidos ou estabelecidos em reuniões após turma formada.

A Oficina tem um ano de duração (2009) em horário matinal ou vespertino e é gratuita.

Maiores informações podem ser obtidas no próprio espaço, que fica na Rua Turiaçú, 481 – Perdizes, ou pelo telefone 11 3871-0373.

Abaixo texto de Tony Giusti falando sobre a oficina.

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28
jan

Pindorama em Revista

pindorama-em-revista-202x300No próximo domingo, dia 1º de fevereiro, a Cia. Antropofágica convida a todos para a roda de devoração Pindorama em Revista, que é um encontro onde debatemos textos de diversos autores sobre história, estética, arte e conjuntura brasileira. Este é um fórum permanente de estudo aberto ao público.

Os encontros fazem parte do projeto Liberdade em Pindorama, contemplado pela Lei Municipal de Fomento para a Cidade de São Paulo e são realizados quinzenalmente aos domingos de manhã, a partir das 10h no Espaço Pyndorama.

Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone 11 3871-0373.

Entrada: gratuita

27
jan

Arena conta Zumbi – Texto e Áudio da peça para download

Disponibilizamos gratuitamente neste site estes arquivos de texto e áudio da peça Arena Conta Zumbi, como uso justo deste material de interesse de toda a sociedade, estando este conteúdo fora de catálogo no mercado.

ARENA CONTA ZUMBI – Texto de Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal

ARENA CONTA ZUMBI – Trilha Sonora da Peça (Edu Lobo – 1964)


1 Introdução

2 Zambi

3 Zambi no Navio Negreiro

4 Canto das dádivas da natureza

5 Samba dos negros e das negras

6 Mão livre do negro

7 Ave Maria

8 Construção dos palmares

9 A bondade comercial

10 Discurso de don aires

11 Upa negrinho

12 Sinherê

13 O açoite bateu

14 Tempo de guerra

15 A morte de zambi

16 Final

22
jan

Espetáculo infantil O Jardim dos Duendes reestréia em fevereiro

duendesO grilo Horácio é quem conduz a brincadeira, que convida quatro duendes – Jaca, Jeca, Jica e Joca – para uma divertida brincadeira. Dançando e cantando, os pequeninos decidem salvar o mundo e chamar as crianças para esta aventura.

Estrelado por Carolina Parra, Laura Carvalho, Rafaela Ferri, Ricardo Bretones e Tatiana Pacor. A montagem tem texto e direção de Tony Giusti, além da assessoria pedagógica de Maria Aparecida Knoll.

Indicado para crianças a partir de 2 anos. Duração: 50 minutos.

Entrada: R$ 20,00
Estréia 07 de fevereiro
Sábados às 16h

10
jan

Somos todos palestinos aqui em Pyndorama – por Mei Hua

xin_55030231095772724360142Poema palestino. Na Faixa de Gaza, em menos de quinze dias, 257 crianças morrem.

A dor que não cabe na fala, na vala, no peito de mãe.*

Pela pouca humanidade que nos resta, povos de todo mundo, uni-vos. Somos todos palestinos na agonia dos destroços. Palestinos de todo mundo, uni-vos. Contra o terrorismo histórico do dominante sobre o dominado. Terrorismo legitimado, que autoriza o massacre de crianças e populações inteiras sob o pretexto de conter o inimigo. Que inimigo é esse? As famílias? As escolas? A universidade? As crianças? Uma terra prometida a muitos, lendária, onde o sangue ferve, inflama, retumba, escoa misturando-se ao ouro negro, tingindo de ódio a mente e a alma, reverberando por gerações e gerações. Ódio entranhado. Se a vida é murada, se o povo é massacrado, se a família foi dizimada, quem não revidaria? Somos todos palestinos. No front, lavagem cerebral. E os dirigentes das superpotências? E a ONU? E o raio que o parta? O mineiro só é solidário no câncer, os dirigentes nem isso. Co-var-des. O boicote que deveria ser geral mediante tamanho neo-holocausto é pontual, isolado, revelando a face aterrorizante do imperialismo, da conivência, da omissão de quem poderia e deveria impedir tantas atrocidades. Descrença. Desgraça. Desgraçados. E por falar em holocausto, quanta ironia. Os homens se corrompem. Nazismo, sionismo, sinônimos. A dor que não cabe na fala, na vala, no peito de mãe. Somos todos palestinos. Nas favelas, nas periferias, onde se mata e se morre mais que em guerras civis, a violência está arraigada na origem da dominação e da exploração, matando p-a-u-l-a-t-i-n-a-m-e-n-t-e. Nada é feito. Negros, índios, latino-americanos. Vítimas. Somos todos palestinos. Somos todos palestinos. Somos todos palestinos. Que Alá nos ajude.

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