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Arquivo de março, 2009

31
mar

Encontro do Movimento 27 de Março no Pyndorama

Amanhã, dia 01/04, às 20h, o Espaço Pyndorama abre suas portas para mais um encontro do Movimento 27 de março. A ocupação da Funarte pelo Movimento 27 de março encerra-se com acordo firmado entre os trabalhadores do Teatro e o Governo Federal, através de sua representante Cecília Garçoni, Secretária do Ministério da Cultura no Estado de São Paulo.

A partir das reivindicações da Carta Aberta – lida publicamente e entregue pessoalmente – redigida pelos trabalhadores durante a assembléia/vigília de 24h, resultou no agendamento da reunião para início de diálogo mais democrático e transparente. É muito importante que venham representantes de todos os grupos e movimentos.

26
mar

Festival de Contra Cultura Território Livre

1No próximo sábado, dia 28 de março, vai rolar no Teatro X a partir das 17h o terceiro Festival de Contra Cultura Território Livre.

Como parte da programação do Festival, o Núcleo PY da Cia. Antropofágica vai apresentar um trecho do seu próximo espetáculo “Zumbi or not Zumby”, que estréia em Abril.

O Teatro X fica na Rua Rui Barbosa, 399 no bairro do Bexiga e a entrada é gratuita.

25
mar

Ciclo de Concertos Pyndorama – Não perca!!!

cartaz-21No próximo domingo, dia 29 de março, o Espaço Pyndorama recebe o LUNA DUETO, com os violonistas Paulo Vinicius e Thiago Abdala, dando continuidade ao Ciclo de Concertos Pyndorama.

Não deixe de apreciar!

Espaço Pyndorama
Rua Turiaçu, 481 – Perdizes
Telefone 11 3871-0373
Domingo, 29 de março de 2009 às 11h
Entrada R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

25
mar

Relatório de Atividades por Thiago Reis Vasconcelos – ATP

dsc035641Registrorelatomanifestodasegundaetapado
projetoliberdadeempi(y)ndorama

Segundo ato

cia.antropofágica(ATP)- espaçoPYNDORAMA-projeto(y)PY-NÚcleodemuSIca-NÚcleodedramaturgia-pindorAMAemreVISTA- -EXtudosLIterários-depoimentosdoMETRO-ensaiosABERTOS-NÚcleodeestudosdoCORPO-NÚcleosconvidados(RESIDÊNCIA)-

Seguimos descascando o abacaxi da colônia. Primeiro tiramos a coroa.

Batemos o tacape.

Separamos o corpo colonial em grandes postas. Colocamos no moquém…

mas vamos devorá-los hoje.

Colônia vista agora. Esquentamos a história. Devorar.

O que é a liberdade?

Procuramos. Livros. Filmes. Teatro. Música. A poesia existe nos fatos. Vamos para a rua. Metrô Sé. Marcozero. Jornal. Revista. Fatos. A verdade é a mentira muitas vezes repetida.

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25
mar

Relatório de Atividades por Jobi Espasiani – Estudos Literários

dsc033301O trabalho de literatura projetado para o Grupo procurou atender ao escopo de seu projeto de maneira mais ampla. Sendo o tema norteador liberdade na literatura colonial, propus que trabalhássemos aspectos que envolvesse a questão liberdade/coerção no próprio ato de ler. Passamos, então, a dissecar esse ato (ler) em desde o nível lingüístico mais básico até o nível das tensões sociais que, se não lhe são necessariamente imanentes, passam a estar presentes no sujeito leitor à medida que ler envolve diferentes posicionamentos e situações numa sociedade.

Com vistas a exemplificar algumas das tensões, propus a leitura de dois textos:

1. um texto de Carlos Cirne Lima: “Aporia da Definição” – texto de uma área específica da filosofia;
2. um poema de Manuel Bandeira: “Poema tirado de uma notícia de jornal”. Texto aparentemente simplório.

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25
mar

Relatório de Atividades por Renata Adrianna – Núcleo PY

dsc03336Exercício da Liberdade

O ano iniciou com a luta, “A luta por uma Palestina livre”.

Discutimos a “Particularidade Brasileira”, percebemos uma Faixa de Gaza aqui mesmo em Paraisopólis – Pindorama em Revista.

Texto nenhum é produzido para ninguém, o livro não exala, exige que se extraia, não sou obrigada a dar conta de todos os textos – Estudos Literários.

Espaço, encenação… Criar outro espaço no mesmo “espaço”, gêneros: épico e dramático. O quanto fomos e ainda somos colonizados? – Estudos de Dramaturgia.

O conhecimento de cada parte do nosso corpo, cada articulação faz toda diferença, corpo este tem que estar em perfeita harmonia, a técnica é colocada na roda cabe a nós dar a forma de acordo com as necessidades e limitações de cada corpo… Até cada movimento torna-se orgânico – Estudos do Corpo do Ator.

Zumbi or not Zumby?

That’s the question…

Contato direto com o público…

Poesia de exportação Pau-Brasil…

… Toda história da penetração da América. Pau-Brasil.

Concentração. Música. Poesia. Jardim da infância. Falação.

Monólogos. Bandeirantes. Dança. Tupiniquins – Brasil Colônia.

24
mar

Relatório de Atividades por Alessandra Queiroz – Núcleo ATP

dsc035401Circuito do Caminhante

* Manutenção do Espaço Pyndorama

O espaço é mantido através dos custos fixos – água, luz, aluguel – e na contratação de duas pessoas: uma responsável pela limpeza e outra pela organização, consertos e adaptações do espaço, e gerido pelos participantes por reuniões e assembléias.

O Espaço Pyndorama, tem uma programação mensal com eventos do Projeto Liberdade em Pindorama e com outros grupos que o utilizam para ensaios e apresentações como o Le Plat de Jour que ensaia no espaço desde fevereiro, e os espetáculos “O Jardim dos Duendes” do Nosso Grupo de Teatro (que faz parte da ocupação) e “Depois de Tudo” de Franz Kepler que estreou em Março. A convivência de todos esses grupos traz uma reflexão de nosso fazer artístico, social e coletivo.

* Estabelecimento no Espaço Pyndorama de residência para outros grupos e núcleos artísticos convidados.

Residência de outros grupos:

Trupe Pau a Pique – Realiza no espaço reuniões e ensaios para a reelaboração de seu espetáculo infantil. O dramaturgo Rogério Guarapiran, além de ministrar o Ciclo de Estudos Dramatúrgicos, participa como colaborador em nosso processo colaborativo.

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24
mar

Relatório de Atividades por Ruth Melchior – Núcleo ATP

dsc035091Nossa colonização começou com a associação da cruz e o trono.

Mesmo tendo passado 509 anos ainda sofremos a opressão da cruz e do trono contemporâneo.

Tudo que nos torna “homens de bem” está relacionado aos bens materiais e a uma vida regrada pela lei, a fé e o rei.

Livrar-nos dessas amarras, destruir as algemas colocada pela igreja e o rei onde a mulher serve apenas para apartar os pecados em que os homens vivem.

Mas, afinal onde está a liberdade?

Nossos tupiniquins, tupinambás conheceram essa tão sonhada liberdade?

Puderam amar suas mulheres, celebrar os deuses que acreditavam, governar sem agredir e reprimir aquilo que realmente sentiam e queriam.

Nossa pesquisa permanece cada vez mais dependente de um coletivo literário, dramatúrgico, político no Pindorama em Revista, nossos encontros e discussões sobre como colocar no palco aquilo que nos inquieta diante de uma liberdade artística e política tão ampla.

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24
mar

Relatório de Atividades – Núcleo de Música

dsc03331Buscando a continuidade da primeira etapa do projeto, mantivemos os processos de levantamento histórico, preparação vocal e sensibilização musical. Nós levantamentos históricos, acrescentamos novos livros, textos e registros sonoros buscando preencher as lacunas das pesquisas anteriores. Demos continuidade, também, à preparação vocal e sensibilização musical, estas, por sua vez, se utilizaram exclusivamente de um repertório, ligado ao contexto geral da pesquisa do grupo, trabalhando as músicas que dialogam com as encenações.

O núcleo de música nessa segunda etapa passou a se reunir como mais freqüência, onde há ensaios com: Núcleo de Música e Núcleo da Cia. Antropofágica e atores convidados e Núcleo de Música e Núcleo Py.

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24
mar

Relatório de Atividades por Rafael Gracioli – Núcleo ATP

dsc03204Mais três meses se passaram e muita coisa aconteceu. Foram estudos literários, foi o núcleo de dramaturgia, os depoimentos do metrô, o núcleo do corpo, ensaios de música e muito, muito ensaio da peça.

Tudo isso com muita pesquisa…

Nos estudos literários: questionamentos sobre o ler, se é um ato tenso ou tranquilo… ainda penso nisso.

No núcleo de dramaturgia é onde encontro a maior dificuldade: co-escrever uma peça. Mas aos poucos a barreira vai sendo vencida.

Depoimentos do metrô: uma parte reveladora do projeto, onde temos contato com todo tipo de pessoas… em resposta à pergunta “mas afinal, o que é a liberdade?”, se ouve todo o tipo de resposta. Por aí percebemos como o ser humano é diferente e como lidar com estas diferenças, e como isso vai entrar na peça e de que maneira vai interferir na atuação.

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