Arquivos de “março, 2009”

  • Ensaio aberto Liberdade em Pindorama: Estação Paraíso

    dsc03608No dia 13 de Junho às 20h, a Cia. Antropofágica convida a todos para mais uma devoração de seu processo criativo Liberdade em Pindorama: Estação Paraíso, do projeto Liberdade em Pindorama contemplado pela Lei Municipal de Fomento para a Cidade de São Paulo.

    Você não pode perder. A entrada é gratuita.

    Por editor, 11/06/2009. Deixe o seu comentário.

  • Reflexões Juninas

    “… a organização da narrativa e a natureza da escrita correspondem a projetos dos autores, inevitavelmente atravessados pela história e pelas ideologias.” (Jean Pierre Ryngaert)

    DRAMATURGIA. PROBLEMA DE GÊNERO?
    Platão é o principal detonador de uma separação de um fenômeno indissociável na arte, principalmente a dramática: os gêneros. Com a Arte Poética de Aristóteles resultou o início de um estudo sistemático, importante via de acesso ao conhecimento das formas, mas controlou o desenvolvimento dramático por séculos.

    A busca de uma dramaturgia nova como fonte de retorno aos elementos primitivos, rituais, espirituais do homem e desmistificação do progresso tecnológico, poder de capital e consumo como guias éticos e morais. O domínio da natureza pela cultura científica demonstra uma face sombria de destruição irreparável e dominação sobre o próprio homem em busca do conforto e bem-estar.

    CRIAÇÃO COLETIVA. UM PROBLEMA DE MÉTODO?
    Promover uma encenação teatral que mobilize um coletivo de agentes e espectadores foi uma necessidade social de múltiplas naturezas em nossa cultura ocidental. Desde as celebrações cíclicas às divindades pagãs na Grécia até o evento espetacular pretexto de fetichização e consumo dos dias de hoje.

    Método surge da experiência específica e continuada de cada grupo e as dinâmicas de relações entre seus agentes. Para um coletivo, que pretende estabelecer uma criação participativa de todos envolvidos e questionar as bases de um processo convencional, em que as concepções artísticas partem incondicionalmente das hierarquias totalitárias (mais tradicionalmente texto e direção), são necessárias bases qualitativas, técnicas, de interpretação, nos níveis de atuação, direção, dramaturgia e produção.

    Músico e Dramaturgo, integrante do Círculo de Dramaturgia do CPT coordenado por Antunes Filho , colaborador da Trupe Pau-a-Pique e colaborador do núcleo de Dramaturgia do Projeto liberdade em Pyndorama de Cia. Antropofágica contemplada pela Lei Municipal de Fomento ao Teatro para Cidade de São Paulo.

    Por editor, 09/06/2009. 1 Comentário.

  • Zumbi or not Zumby - temporada escolar

    dsc04580Estréia HOJE no Pyndorama a temporada escolar de Zumbi or not Zumby, uma adaptação do texto “Arena Conta Zumbi” de Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri, com direção de Thiago Reis Vasconcelos.

    Tendo o tema da escravidão no Brasil e a história de Zumbi dos Palmares como base, os atores do Projeto Y da Cia. Antropofágica narram neste musical uma história muito maior - a de todos os que já lutaram e lutam por liberdade.

    Às quintas-feiras durante todo o mês de Junho, as apresentações do espetáculo serão realizadas para grupos de estudantes da rede pública de ensino.

    “Zumbi or not Zumby” far parte do projeto Liberdade em Pindorama, contemplado pela Lei Municipal de Fomento ao teatro para a Cidade de São Paulo.

    Maiores informações, ligue: (011) 3871-0373

    Por editor, 04/06/2009. 2 Comentários.

  • Romário Borelli, diretor musical do Arena, visita a Cia. Antropofágica

    7811-foto_1Na próxima quarta-feira, dia 10 de Junho às 15h, a Cia. Antropofágica tem o prazer de receber no Espaço Pyndorama o historiador, dramaturgo e musicista Romário Borelli.

    Borelli vai conversar, tocar e assistir ao espetáculo “Zumbi or not Zumby” do Projeto Y, adaptação do Arena Conta Zumbi de Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri.

    O catarinense de Porto União se juntou ao Arena em 1966, como convidado para tocar em uma peça infantil. “Eu estudei música e literatura e tinha uma consciência política socialista, mas não sabia o que fazer com tudo aquilo. Quando assisti Arena Conta Zumbi, vi que ali tinha tudo o que eu queria fazer da vida”, conta Borelli. Arte feita com um sentido político. Borelli permaneceu com o Arena até o final, em 1971.

    Formado em História em 1975, pela USP, Borelli é pesquisador e tem em seu nome as peças “O Contestado”, “Olhos e Ouvidos”, “Aventura do Fujão na Viagem de Cabral” e “O Muro”. Borelli também é professor, conferencista e animador cultural.

    Por editor, 04/06/2009. 2 Comentários.