Cia. Antropofágica reestreia no Pyndorama.
A Cia. Antropofágica reestreia no dia 14 de novembro o espetáculo Terror e Miséria no Novo Mundo – Parte I: Estação Paraíso. Você ainda não viu? Então aproveite a reestreia.
Terror e Miséria no Novo Mundo – Parte I: Estação Paraíso, do projeto Liberdade em Pindorama, é o sétimo espetáculo da Cia. Antropofágica, contemplado pela Lei Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.
Temporada: 14 de novembro a 13 de dezembro
Apresentações: sábado, 21h e domingo, 19h.
Espaço Cultural Pyndorama – 40 lugares
Rua Turiaçu, 481 – Perdizes (próximo ao metrô Barra Funda)
Telefone 11 3871-0373
Estacionamento conveniado no local: R$ 8,00
Duração: 110 minutos.
Recomendação etária: 16 anos
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).

Onde estão as fotos do espetáculo?!?!?!?!?!
Divulgação minha gente!!!!
Sucesso!
Olá pessoal, fui vê-los nesse sábado (27/08/11) e o que posso dizer que adorei. Embora, soubemos, que um membro do grupo fizesse aniversário naquela dia, eu é que me senti presenteado. Foi um espetáculo revelador e, ao mesmo tempo, acredito, transformador. Propondo a refazer e recontar uma história que nos chega distorcida, e sabemos que ao se optar por tais caminhos, essa história tem seu objetivo e presta serviço para que as coisas continuem como estão. Já a história que vimos em cena (e que elenco, direção e trilhja maravilhosos!) é a história que sempre foi escondida. A presentação de personagens transformados em mitos e heróis servem para denunciar que tais expedientes corroboram a dominação que se petende e que se efeitiva numa reelaboração do discurso difundido. O espetáculo que voces, brilhantemente, nos ofereceu mostra que sempre há algo que não fora revelado e que tais publicidades, certamente, apontaram novos rumos. É nesse sentido que digo que o TEATRO que vocês fazem é transformador e, eu acrescentaria, REVOLUCIONÁRIO. De novo, eu é que agradeço, eu é que fui presenteado. Carinhoso beijo a todos os mebros dessa CIA, da qual já me tornei fã. É isso.
PS; A segunda parte, na verdade, eu a vi 3 vezes: duas no Engenho e a terceira ai, no PYNDORAMA ( se não me falha a memória “TERRA DE PALMEIRAS), aliás optarem por esse nome, nome pelo qual os índios chamavam o Brasil antes do “descobrimento”, já indica que sempre há uma história como alternativa à oficial.