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	<title>pyndorama.com &#187; Artigos</title>
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	<description>Site da Cia. Antropofágica e do Espaço Cultural Pyndorama</description>
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		<title>Todo o nosso apoio a Semana ELT em Alerta e a soberania de seu projeto artístico pedagógico.</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 12:22:39 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cia. Antropofágica]]></category>
		<category><![CDATA[ELT]]></category>
		<category><![CDATA[ELT em Alerta]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 22 de setembro,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-885" title="imagem1" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/09/imagem1-300x209.png" alt="imagem1" width="300" height="209" />No dia 22 de setembro, a Cia. Antropofágica esteve na Escola Livre de Teatro para apoiar a luta pela soberania de seu projeto artístico e pedagógico e foi recebida com muito carinho por essa comunidade que mostra a cada dia sua importância para o Teatro. Essa é a diferença de um projeto onde a comunidade decide seus rumos e suas necessidades.</p>
<p>A cada dia e todo dia&#8230; diferente daqueles que querem ser por um dia e viver de lembranças de um tempo fecundo&#8230;</p>
<p>- Entra o poema de Brecht</p>
<p><em>Há aqueles que lutam um dia; e por isso são muito bons;<br />
Há aqueles que lutam muitos dias; e por isso são muito bons;<br />
Há aqueles que lutam anos; e são melhores ainda;<br />
Porém há aqueles que lutam toda a vida; esses são os imprescindíveis.</em></p>
<p>Sejamos imprescindíveis.</p>
<p>Viva a ELT!</p>
<p>Saudações Antropofágicas</p>
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		<title>Leitura Dramática: Os Grumetes</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 15:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cia. Antropofágica]]></category>
		<category><![CDATA[fomento]]></category>
		<category><![CDATA[Franz Keppler]]></category>
		<category><![CDATA[Os Grumetes]]></category>
		<category><![CDATA[thiago reis vasconcelos]]></category>

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		<description><![CDATA[Duas crianças são vendidas por]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small; font-family: Arial;"><img class="alignleft size-medium wp-image-876" title="500anos31" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/09/500anos31-300x252.jpg" alt="500anos31" width="300" height="252" /></span><span style="font-size: small; font-family: Arial;">Duas crianças são vendidas por seus pais para a frota de Cabral, mas eles descobrem o verdadeiro plano envolvendo o descobrimento do Brasil e são abandonados numa ilha deserta. Você quer saber o que acontece com esses dois grumetes?</span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Arial;">A Cia. Antropofágica convida a todos para assistirem hoje, dia 21 de setembro às 21h, a leitura dramática de &#8220;Os Grumetes&#8221;. O texto é de Franz Keppler, direção e coordenação de Thiago Reis Vasconcelos com Vinícius Cruz, Rafael Graciole e Fabi Ribeiro, dia 21/09 às 21h.</span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Arial;">A leitura dramática faz parte do projeto Liberdade em Pindorama, contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. </span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Arial;"><strong>Espaço Cultural Pyndorama<br />
Rua Turiaçu, 481 &#8211; Perdizes (próximo ao metrô Barra Funda)<br />
Telefone 11 3871-0373<br />
Estacionamento conveniado no local: R$ 8,00</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Terror e Miséria no Novo Mundo &#8211; Parte I: Estação Paraíso.</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 15:27:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculos]]></category>
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		<category><![CDATA[fomento]]></category>
		<category><![CDATA[Terror e Miséria no Novo Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Você ainda não viu o]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-871" title="filipeta_email" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/09/filipeta_email.png" alt="filipeta_email" width="200" height="282" />Você ainda não viu o espetáculo da Cia. Antropofágica? Então corra que ainda dá tempo, porque a temporada termina dia 27 de setembro. Isso mesmo&#8230; é a última semana em cartaz.</p>
<p>Terror e Miséria no Novo Mundo &#8211; Parte I: Estação Paraíso, do projeto Liberdade em Pindorama, é o sétimo espetáculo da Cia. Antropofágica, contemplado pela Lei Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.</p>
<p><strong>Temporada: 24 de julho a 27 de setembro<br />
Apresentações: Sexta, 21h, sábado, 20h e domingo, 19h.<br />
Espaço Cultural Pyndorama – 40 lugares </strong></p>
<p><strong>Rua Turiaçu, 481 &#8211; Perdizes (próximo ao metrô Barra Funda)<br />
Telefone 11 3871-0373<br />
Estacionamento conveniado no local: R$ 8,00</strong></p>
<p><strong>Duração: 110 minutos.<br />
Recomendação etária: 16 anos<br />
Ingressos: R$ 5,00 (preço único somente às sextas), R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) aos sábados e domingos.<br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Celebração como Resistência</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 20:41:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Estação Paraíso]]></category>
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		<description><![CDATA[A autópsia que nos é]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A autópsia que nos é oferecida não é agradável. Assim como não é agradável todos os rastros e estragos, atrocidades e humilhações plantadas à força no solo da terra brasilis. Descortinam-se os feitos e desfeitos, os mandos e desmandos, o olhar que se volta para o passado e para os seus reflexos na contemporaneidade. E é esse movimento dinâmico e dialógico que faz de Terror e Miséria no Novo Mundo – Estação Paraíso um espetáculo especial.<span id="more-857"></span> Não só porque fruto de um trabalho teatral de grupo da mais fina espécie, resultado de um complexo sistema colaborativo, quase utópico em tempos de indústria cultural (fatores que por si só já bastariam para elevar a peça a um nível pouco visto no cenário teatral), mas porque traz à tona e à cena reflexões que povoam mentalidades e intelectos que estudam a nossa história, mas que pouco se reportam às massas. É bem verdade que o conteúdo ali contido é denso, sintético, e exige do espectador um grau avançado de abstração. Em contrapartida, a mescla de imagens e músicas que atingem o imaginário, a força simbólica das cenas, a autonomia na atuação – aliada ao olhar sensível e apurado da direção – reforçam um caráter receptivo de abertura ao novo também aos pouco iniciados na arte teatral.</p>
<p>A saudação desejando vida longa ao teatro e à antropofagia, evoé, entoada no bloco carnavalesco-antropofágico de nossa senhora dos cordões, logo no início da peça, é tão convidativa quanto a máxima oswaldiana sobre a alegria. Mas que o público não se iluda. O que se segue é uma síntese não-linear, não-convencional, não-naturalista, não-padronizada, e por isso mesmo tão ácida e reveladora, de nossa história. Essa mesma história que já foi contada e recontada, uma mentira dita muitas vezes que virou verdade, a ótica dos vencedores, a versão do invasor, do colonizador, do dominante é desmitificada durante todo o espetáculo através de escolhas estéticas bastante peculiares que buscam um lugar próprio, uma expressão autoral da companhia que já se desenhava em mares d’antes naufragados. O fato é que na presente cena um estranhamento surge, seja pela linguagem surrealista, pela quebra brechtiana, pela elaboração atípica das cenas, pela profusão de símbolos, sons, adereços ou pela aptidão em correlacionar todos esses elementos. Como resultado das insanas pesquisas de criação, de leituras literárias, estudos de corpo e voz, discussões e debates infindáveis sobre o que é a liberdade e todas as suas imbricações, emerge um fazer teatral no solo antropófago capaz de atingir os sentidos numa explosão sinestésica e catártica sem, no entanto, perder o distanciamento crítico e a reflexão como prega o teatro épico.</p>
<p>Numa perspectiva literária, poderíamos aproximar o espetáculo de uma obra inacabada, com suas lacunas e becos sem saída que jogam no colo daquele que o assiste a responsabilidade de preencher os vácuos proporcionados por uma dramaturgia não tradicional. De acordo com suas referências, seus posicionamentos ideológicos e seus anseios, o espectador é levado a chegar às suas próprias conclusões. Há, no entanto, em diversos momentos, fortes indícios do rumo pretendido, mas ele não se revela facilmente em virtude do jogo dialético. Essa incompletude da obra, mais uma vez alude a Brecht:<br />
<em><br />
Quanto tempo/Duram as obras? Tanto quanto/ Ainda não estão completas./Pois enquanto exigem trabalho/Não entram em decadência.</em></p>
<p><em>Convidando ao trabalho/ Retribuindo a participação /Sua existência dura tanto quanto<br />
Convidam e retribuem.</em></p>
<p><em>As úteis /Requerem gente/As artísticas /Têm lugar para a arte/As sábias /Requerem sabedoria/As duradouras /Estão sempre para ruir/As planejadas com grandeza/São incompletas.(&#8230;)</em></p>
<p>Por vezes chegamos a um riso nervoso, desconcertados com o que nos é apresentado. A invasão caranguejeira, a nudez que não choca perante o horror do estupro da índia e da terra, a fala das meninas de rua ludibriadas e violentadas, a lógica imperialista na revista em quadrinhos, a nau dos colonizadores tão belamente construída e tão significativa em seus elementos e trilha sonora, os políticos caquéticos, sempre com a mesma máscara, a mesma falácia acompanhados da ótima escolha musical (democrata cristão), a destruição do mito de tiradentes e de todos os outros mitos representados pela morte de Zé Carioca, os depoimentos sinceros, ingênuos e inesperados do metrô, as matrizes africanas e indígenas, a fetichização do negro e do índio, a farra do boi, a quem pertence a terra, quem são os donos do Brasil, a falência da escola e da educação pública, a perversidade da divisão de raças e de camadas socioeconômicas, o engodo da inclusão, a crueza do julgamento, a repressão, a punição, a ausência de soluções.</p>
<p>Está tudo ali. Escancarado, pisado e repisado para quem ousar ver.</p>
<p>O único alento que surge é a celebração, o grito amargo e festivo, o teatro como resistência, regado à revolta, criação e vinho.</p>
<p>Ao final do espetáculo fecha-se o circo de terror e miséria. Mas só no palco. Saltando para a vida real, se nada for feito, restar-nos-á esperar, sentados, pelo paraíso.</p>
<p><strong>Mei Hua</strong></p>
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		<title>Romário Borelli, diretor musical do Arena, visita a Cia. Antropofágica</title>
		<link>http://pyndorama.com/2009/06/romario-borelli-diretor-musical-do-arena-visita-a-cia-antropofagica/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 18:40:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Arena]]></category>
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		<category><![CDATA[Zumbi or not Zumby]]></category>

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		<description><![CDATA[Na próxima quarta-feira, dia 10]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-809" title="7811-foto_1" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/06/7811-foto_1.jpg" alt="7811-foto_1" width="300" height="225" />Na próxima quarta-feira, dia 10 de Junho às 15h, a Cia. Antropofágica tem o prazer de receber no Espaço Pyndorama o historiador, dramaturgo e musicista Romário Borelli.</p>
<p>Borelli vai conversar, tocar e assistir ao espetáculo &#8220;Zumbi or not Zumby&#8221; do Projeto Y, adaptação do Arena Conta Zumbi de Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri.</p>
<p>O catarinense de Porto União se juntou ao Arena em 1966, como convidado para tocar em uma peça infantil. “Eu estudei música e literatura e tinha uma consciência política socialista, mas não sabia o que fazer com tudo aquilo. Quando assisti Arena Conta Zumbi, vi que ali tinha tudo o que eu queria fazer da vida”, conta Borelli. Arte feita com um sentido político. Borelli permaneceu com o Arena até o final, em 1971.</p>
<p>Formado em História em 1975, pela USP, Borelli é pesquisador e tem em seu nome as peças &#8220;O Contestado&#8221;, &#8220;Olhos e Ouvidos&#8221;, &#8220;Aventura do Fujão na Viagem de Cabral&#8221; e &#8220;O Muro&#8221;. Borelli também é professor, conferencista e animador cultural.</p>
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		<title>Pindorama em Revista discute &#8220;O povo brasileiro&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2009 14:33:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Darcy Ribeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[O povo brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo domingo, dia 31]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-805" title="225_155-polones21" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/05/225_155-polones21-300x247.jpg" alt="225_155-polones21" width="300" height="247" />No próximo domingo, dia 31 e maio às 10h, o Espaço Pyndorama abre suas portas para o público devorar conosco o &#8220;O povo brasileiro&#8221; de Darcy Ribeiro, no Pindorama em Revista.</p>
<p>Os encontros do Pindorama em Revista acontecem quinzenalmente aos domingos de manhã no Espaço Pyndorama e fazem parte do projeto Liberdade em Pindorama, contemplado pela Lei Municipal de Fomento para a Cidade de São Paulo.</p>
<p>A confirmação dos encontros pode ser feita através do blog pyndorama.com ou por telefone 11 3871-0373.</p>
<p><strong>Entrada gratuita. </strong></p>
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		<title>Ensaio aberto da Cia. Antropofágica</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 22:27:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[fomento]]></category>

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		<description><![CDATA[Senhoras, senhores, a Cia. Antropofágica]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-780" title="foto-brasil-colonia" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/05/foto-brasil-colonia-300x225.jpg" alt="foto-brasil-colonia" width="300" height="225" />Senhoras, senhores, a Cia. Antropofágica convida a todos para mais uma devoração de seu processo criativo Brasil Colônia, do projeto Liberdade em Pindorama, contemplado pela Lei Municipal de Fomento para a Cidade de São Paulo.</p>
<p>O ensaio aberto acontecerá neste sábado 16 de maio às 20h.</p>
<p>A entrada é gratuita.</p>
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		<item>
		<title>Cia. Antropofágica e Projeto Y homenageiam Augusto Boal</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 18:53:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Arena Conta Tiradentes]]></category>
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		<category><![CDATA[Cia. Antropofágica]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Y]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro do Oprimido]]></category>
		<category><![CDATA[Zumbi or not Zumby]]></category>

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		<description><![CDATA[Na próxima quinta-feira, dia 07]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-765" title="augusto-boal" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/05/augusto-boal-300x206.jpg" alt="augusto-boal" width="300" height="206" />Na próxima quinta-feira, dia 07 de maio às 21h, a Cia. Antropofágica e o Projeto Y homenageiam Augusto Boal com a apresentação de<strong> Zumbi or not Zumby</strong>, adaptação do texto Arena Conta Zumbi e com um trecho do texto Arena Conta Tiradentes.</p>
<p>Aos 78 anos, Boal faleceu na madrugada de 02/05 de insuficiência respiratória.</p>
<p>Fundador do Teatro do Oprimido, diretor, ensaísta, dramaturgo e embaixador mundial do teatro, Boal deixa grandes textos e muitas saudades.</p>
<p>Leia abaixo o discurso de Augusto Boal sobre o dia mundial do teatro.</p>
<p><span id="more-762"></span>&#8220;Todas as sociedades humanas são espetaculares no seu cotidiano, e produzem espetáculos em momentos especiais. São espetaculares como forma de organização social, e produzem espetáculos como este que vocês vieram ver.</p>
<p>Mesmo quando inconscientes, as relações humanas são estruturadas em forma teatral: o uso do espaço, a linguagem do corpo, a escolha das palavras e a modulação das vozes, o confronto de ideias e paixões, tudo que fazemos no palco fazemos sempre em nossas vidas: nós somos teatro!</p>
<p>Não só casamentos e funerais são espetáculos, mas também os rituais cotidianos que, por sua familiaridade, não nos chegam à consciência. Não só pompas, mas também o café da manhã e os bons-dias, tímidos namoros e grandes conflitos passionais, uma sessão do Senado ou uma reunião diplomática &#8211;tudo é teatro.</p>
<p>Uma das principais funções da nossa arte é tornar conscientes esses espetáculos da vida diária onde os atores são os próprios espectadores, o palco é a plateia e a plateia, palco. Somos todos artistas: fazendo teatro, aprendemos a ver aquilo que nos salta aos olhos, mas que somos incapazes de ver tão habituados estamos apenas a olhar. O que nos é familiar torna-se invisível: fazer teatro, ao contrário, ilumina o palco da nossa vida cotidiana.</p>
<p>Em setembro do ano passado fomos surpreendidos por uma revelação teatral: nós, que pensávamos viver em um mundo seguro apesar das guerras, genocídios, hecatombes e torturas que aconteciam, sim, mas longe de nós em países distantes e selvagens, nós vivíamos seguros com nosso dinheiro guardado em um banco respeitável ou nas mãos de um honesto corretor da Bolsa &#8211;nós fomos informados de que esse dinheiro não existia, era virtual, feia ficção de alguns economistas que não eram ficção, nem eram seguros, nem respeitáveis. Tudo não passava de mau teatro com triste enredo, onde poucos ganhavam muito e muitos perdiam tudo. Políticos dos países ricos fecharam-se em reuniões secretas e de lá saíram com soluções mágicas. Nós, vítimas de suas decisões, continuamos espectadores sentados na última fila das galerias.</p>
<p>Vinte anos atrás, eu dirigi Fedra de Racine, no Rio de Janeiro. O cenário era pobre; no chão, peles de vaca; em volta, bambus. Antes de começar o espetáculo, eu dizia aos meus atores: &#8211; &#8216;Agora acabou a ficção que fazemos no dia-a-dia. Quando cruzarem esses bambus, lá no palco, nenhum de vocês tem o direito de mentir. Teatro é a Verdade Escondida&#8217;.</p>
<p>Vendo o mundo além das aparências, vemos opressores e oprimidos em todas as sociedades, etnias, gêneros, classes e castas, vemos o mundo injusto e cruel. Temos a obrigação de inventar outro mundo porque sabemos que outro mundo é possível. Mas cabe a nós construí-lo com nossas mãos entrando em cena, no palco e na vida.</p>
<p>Assistam ao espetáculo que vai começar; depois, em suas casas com seus amigos, façam suas peças vocês mesmos e vejam o que jamais puderam ver: aquilo que salta aos olhos. Teatro não pode ser apenas um evento &#8211;é forma de vida!</p>
<p>Atores somos todos nós, e cidadão não é aquele que vive em sociedade: é aquele que a transforma!&#8221;</p>
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		<title>Zumbi or not Zumby nas escolas por Mei Hua</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 15:41:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[fomento]]></category>
		<category><![CDATA[PY]]></category>
		<category><![CDATA[Zumbi or not Zumby]]></category>

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		<description><![CDATA[Breve registro-agradecimento ao PY/Antropofágica Se]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-medium wp-image-681" title="dsc00945" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/04/dsc00945-300x225.jpg" alt="dsc00945" width="300" height="225" /></em><strong>Breve registro-agradecimento ao PY/Antropofágica </strong></p>
<p>Se a mão livre do PY, tocá nas escolas, o que é que vai fazê?</p>
<p>Vai fazê samba pra gente sambá,</p>
<p>vai fazê roda pra gente entendê,</p>
<p>vai fazê peça pra gente  pensá,</p>
<p>vai trazê dança, ar fresco e prazer&#8230;</p>
<p>Que pena que o que é bom, dura pouco. Assim, como brisa suave, que passa rápida e rasteira, mas deixa seu perfume e sua essência, as apresentações da peça Zumbi or not Zumby aconteceram em seu primeiro dia na escola pública Tamandaré.</p>
<p>O encontro do teatro com a escola é um namoro antigo, mas sempre cheio de meandros, de impasses, de burocracia. Difícil como tudo que adentra a esfera pública, seja de que âmbito for. Mas o fato é que, esforço daqui, muito boa vontade de lá, o evento aconteceu. Carteiras pra cima e pra baixo, perdidos na selva, sol, calor, suor, barulho. Nada impediu o contato público(escolar)-Py/Cia Antropofágica- teatro. E, em meio ao caos, a vontade ressurge.</p>
<p><span id="more-680"></span>Sei que mais do que uma mera obediência à contrapartida social exigida pelo Programa de Fomento, o que motivou esse encontro foi a crença de que algo ainda pode ser feito, de ambos os lados. Certamente levar uma peça, gratuita, densa e complexa como essa para dentro dos muros da escola exige, para além da disposição, coragem e ousadia. Não é pra qualquer um. Mas como estamos tratando de rebeldes, de guerreiros que oferecem resistência e, graças aos deuses(!), ainda existem, o processo todo fluiu bem.</p>
<p>Não houve amarras, nem grades, nem distância que impedissem a propagação da pergunta: somos livres, seja na escola ou fora dela, seja em Pyndorama-Território Antropofágico ou em Pindorama-Brasil? O que é essa escravidão atual, esse grilhão invisível e insano que nos cerceia a todo momento, seja nas pequenas ou nas grandes ações, essa incapacidade de ser subversivo, essa submissão aos valores impostos por outrem? Fica a pergunta para quem puder responder&#8230;</p>
<p>A escola pública muito se assemelha a um presídio. Os cubículos apinhados, gente amontoada, as regras, as sirenes, as grades, a revolta e o autoritarismo. Os elementos são os mesmos, mas a função, primordialmente, deveria ser outra. Deveria. Mas não é. E nós, os professores-carcereiros, diretamente no front, penamos. Seja pelo trabalho insano, pela batalha diária contra as falsas promessas de educação, os baixos salários, a ausência de condições de trabalho, o embate contra os inimigos do povo (sejam alunos, sejam secretários da educação), ainda assim, resistimos. Como os quilombolas, como os guerreiros de Pyndorama-Pindorama. E como nos foi cara essa brisa que soprou com a vinda de vocês, a oportunidade de respirar, de ficar à sombra da árvore, de rir, de compartilhar. Um alento benfazejo.</p>
<p>Não posso pagá-los. O que vocês fizeram e fazem não tem preço. Tem sim um enorme valor. Um inquestionável valor.</p>
<p>Pago apenas com palavras. De gratidão, de reconhecimento, de carinho. Agradeço.</p>
<p>Agradeço inclusive em nome daqueles que ainda não perceberam a crueldade da vida, que ainda estão imersos em outro universo, que mantém uma euforia que, cotidianamente contida, quando extravasada, chega a ser agressiva. Mas é alegria. Ainda que desordenada, bizarra, alienada ou ingênua, é alegria. Ainda bem, pois a alegria é a prova dos nove, então, sigamos adiante, mesmo em meio a muitos, inúmeros percalços.</p>
<p>Agradeço</p>
<p>pelo coturno do Andrews, contrastando com sua essência suave, pisando duro no chão da arena;</p>
<p>pela perspicácia, descontração e desenvoltura da Dani, sempre confiante durante todas as apresentações ( e pelo adorável grito “Guerra!”);</p>
<p>pela força, potência e constância da Rê, mesmo irritada com a algazarra;</p>
<p>pela presença, firmeza e pela fala contundente do Gilberto na canção da mão livre do negro que toca e transforma;</p>
<p>pela agilidade, persistência e improvisação do Thiago (só fiquei sabendo que houve alguma falha por que ouvi os comentários do diretor);</p>
<p>pela beleza juvenil (que tanto chamou a atenção do nosso público), pela tenacidade e pela tranquilidade da Fernanda;</p>
<p>pelo ímpeto e coragem em se expôr em sua própria escola do Guilherme;</p>
<p>pelo vigor, valentia e desembaraço do Valter;</p>
<p>pela presença fundamental, providencial e solícita da Flávia;</p>
<p>pela participação necessária e valorosa do Zé,</p>
<p>pela música divinal (que nos leva a lugares tão distantes, tão inesperados), orquestrada com maestria por Lucas;</p>
<p>pela resistência cultural irredutível e incansável de Thiago Reis Vasconcelos na condução de todo o processo, tão belamente elaborado, tão coletivamente sonhado. Admiro-o pela disposição em fazer aquilo que os outros não têm ousadia (ou competência) para fazer. Quando for grande, quero ser assim, caro amigo.</p>
<p>A todos, agradeço sinceramente pela humildade – que só é possível de provir dos magnânimos – com que encararam a “força-tarefa” de levar teatro-cultura para a escola. O front agradece!</p>
<p>Evoé. Mei.</p>
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		<title>Encontro do Movimento 27 de Março no Pyndorama</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 23:01:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carta Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[Cecília Garçoni]]></category>
		<category><![CDATA[Funarte]]></category>
		<category><![CDATA[movimento 27 de março]]></category>

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		<description><![CDATA[Amanhã, dia 01/04, às 20h,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amanhã, dia 01/04, às 20h, o Espaço Pyndorama abre suas portas para mais um encontro do Movimento 27 de março. A ocupação da Funarte pelo Movimento 27 de março encerra-se com acordo firmado entre os trabalhadores do Teatro e o Governo Federal, através de sua representante Cecília Garçoni, Secretária do Ministério da Cultura no Estado de São Paulo.</p>
<p>A partir das reivindicações da Carta Aberta &#8211; lida publicamente e entregue pessoalmente &#8211; redigida pelos trabalhadores durante a assembléia/vigília de 24h, resultou no agendamento da reunião para início de diálogo mais democrático e transparente. É muito importante que venham representantes de todos os grupos e movimentos.</p>
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