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	<description>Site da Cia. Antropofágica e do Espaço Cultural Pyndorama</description>
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		<title>Kantor na Antropofágica</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 08:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Alves Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Seminário: Tadeusz Kantor Vinte Anos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seminário: Tadeusz Kantor Vinte Anos Depois, com Michal Kobialka.<br />
Encontro e Demonstração de Trabalho, com Ludmila Ryba.<br />
DE 13 A 18 DE JULHO DE 2010 NO ESPAÇO PYNDORAMA<span id="more-1081"></span><br />
Curadoria: Thiago Reis Vasconcelos e Marcia de Barros</p>
<h2><strong>Agenda do Seminário</strong></h2>
<ul>
<li>Terça 13/07 às 19h30: Topografia da Representação – Realidade Anexada</li>
<li>Quarta 14/07 às 19h30: Historiografia Espacial (do teatro) 1 – A Classe Morta</li>
<li>Quinta 15/07 e Sexta 16/07 às 19h30: Teatro da Similitude – O quarto de memórias: Wielopole, Wielopole, Que Morram os Artistas e Aqui Não Volto Mais.</li>
<li>Domingo 18/07 às 17h00: O espaço de Khora &#8211; Esquecendo Kantor: Hoje é Meu Aniversário.</li>
</ul>
<h2><strong>Demonstração de Trabalho</strong></h2>
<ul>
<li>Sábado 17/07 às 15h00: Encontro com Ludmila Ryba e Demonstração de Trabalho resultante do workshop: Uma viagem com as malas de Kantor.</li>
</ul>
<h2><strong>Local e Reservas</strong></h2>
<p><strong> </strong>Espaço Cultural Pyndorama. Rua Turiassú, 481 &#8211; Perdizes (Próximo ao metrô Barra Funda).<br />
Reservas e informações: 11 3871-0373. Entrada franca. Vagas limitadas.</p>
<h2><strong>Mais sobre o seminário.</strong></h2>
<p>Conhecemos Michal Kobialka, professor de Teatro no Departamento de Teatro Artes e Dança da Universidade de Minnesota e escritor de dois livros e diversos artigos acadêmicos sobre Tadeusz Kantor, quando ele veio ao Brasil para ministrar um seminário e, por indicação, veio conhecer nosso trabalho no Espaço Pyndorama em dezembro de 2007, quando assistiu a um ensaio da peça Os Náufragos da Rua Constança, seguido de um debate entre Kobialka e o elenco da Antropofágica.</p>
<p>O texto a seguir é uma tradução livre do texto escrito pelo professor Kobialka especificamente para o projeto Liberdade em Pi(y)ndorama, com o intuito de definir o seminário que ministrará sobre Tadeusz Kantor e o conteúdo teórico da oficina que será realizada por Ludmila Ryba.</p>
<blockquote><h3>Tadeusz Kantor: Vinte anos depois</h3>
<p>Tadeusz kantor ( 1915- 1990), artista plástico e diretor de teatro polonês, pode ser colocado no seleto grupo dos artistas de teatro mais influentes do século XX. Seu trabalho na companhia Cricot 2 e suas teorias sobre teatro tem não somente desafiado mas também expandido as fronteiras das formas teatrais tradicionais e não-tradicionais.</p>
<p>Kantor foi pintor, diretor de teatro, cenógrafo, ator, escritor e teórico. Seus experimentos com técnicas de pintura foram continuados no palco e vice versa, seus cenários dos anos cinqüenta continham muitas das suas idéias sobre os atributos de espaço que ele havia apresentado nos seus quadros, e seus escritos sobre uma produção eram não somente um registro do que acontecia em cena, mas também proveram um background teórico para o entendimento das mudanças nas suas teorias teatrais.</p>
<p>A  abrangência e diversidade de seus esforços artísticos o alinham com artistas tão diversos quanto, por exemplo, Stanislaw Ignacy Witkiewicz (Witkacy), Marcel Duchamp, Vsevelod Meyerhold, Oscar Schlemmer, Antonin Artaud, Jackson Pollock, Jerzy Grotowski, Christo, Allan Kaprow, Peter Brook, ou Robert Wilson. De maneira importante, Kantor foi posicionado nos movimentos de vanguarda representados por esses artistas.</p>
<p>Ele começou a pintar e encenar peças durante a revolução modernista que havia sido instigado pela primeira onda de vanguarda na França, na União Soviética e Polônia entre as décadas de 1920 e 1930. Suas experimentações com arte informal, embalagens e happenings aconteceram entre as décadas de 1950 e 1960, ou seja, na época do pós guerra europeu e na segunda onda de vanguarda americana. Suas produções mais conhecidas fora da polônia, The Dead Class (1975), Wielopole, Wielopole (1980), Let the Artists Die (1985), I Shall Never Return (1988), e Today is my Birthday (1990)  coexistiram com diversas formas de teatro e arte pós modernos.</p>
<p>O ano de 2010 será o ano de pelo menos cinco aniversários ou comemorações associados a Tadeusz Kantor e seu teatro:</p>
<ul>
<li>55º aniversário da fundação da companhia de teatro Cricot2;</li>
<li>35º aniversário da peça The Dead Class;</li>
<li>30º aniversário de Wielopole, Wielopole;</li>
<li>25º aniversário de Let the Artists Die;</li>
<li>e o 20º  aniversário da morte de Tadeusz Kantor.</li>
</ul>
<p>Para comemorar o vigésimo aniversário da morte de Tadeusz Kantor, este seminário será focado em uma re-apreciação crítica do trabalho de Kantor. Alguns tópicos incluídos são:</p>
<ul>
<li>práticas representacionais de Kantor e performances/artes plásticas de vanguarda no séc. XX</li>
<li>novas abordagens críticas e teóricas ao teatro, artes plásticas e modos de representação de Kantor</li>
<li>o papel da história, tradição, memória, mito, morte, e realidade cotidiana no teatro e artes visuais de Kantor;</li>
<li>espaço, objeto, corpo, no teatro e artes plásticas em Kantor;</li>
<li>escritos teóricos e poéticos em Kantor;</li>
<li>uma apreciação crítica específica dos teatros de Kantor: autônomo, informal, zero, happening, impossível;</li>
<li>uma apreciação crítica específica do teatro da memória/essencial de Kantor.</li>
</ul>
</blockquote>
<p><strong>Sobre Michal Kobialka</strong></p>
<p>Michal Kobialka é um professor de Teatro no Departamento de Teatro Artes e Dança da Universidade de Minnesota.</p>
<p>Publicou mais de 75 artigos, ensaios e resenhas em Årsberetning (Denmark), Assaph (Israel), Journal of Dramatic Theory and Criticism, Journal of Theatre and Drama (Israel), Medieval Perspectives, Modern Drama (Canada), Performing Arts Journal, Performance Research (England), Theatre Annual, Sala Preta (Brazil), The Drama Review, Theatre Journal, Theatre History Studies, Theatre Nordic Studies (Sweden), Theatre Research International (England), Theatre Survey, Slavic and East European Journal, Soviet and East-European Performance, and Modern Language Quarterly. Ele apresentou artigos sobre o teatro medieval, contemporâneo e europeu, e  historiografia do teatro em várias conferências nacionais e internacionais.</p>
<p>É o autor de dois livros sobre o teatro de Tadeusz Kantor, A Journey Through Other Spaces: Essays and Manifestos, 1944-1990 (University of California Press, 1993) e Further on, Nothing: Tadeusz Kantor’s Theatre (University of Minnesota Press, 2009).  É editor de Of Borders and Thresholds: Theatre History, Practice, and Theory (University of Minnesota Press, 1999) e co-editor (com  Barbara Hanawalt) de  Medieval Practices of Space (University of Minnesota Press, 2000). Seu livro sobre drama medieval e teatro, This Is My Body: Representational Practices in the Early Middle Ages (University of Michigan Press, 1999) recebeu o prêmio 2000 ATHE Annual Research Award for Outstanding Book in Theatre Practice and Pedagogy.</p>
<p>Ele ocupou a cadeira   McKnight Land-Grant Professorship (1991-1993; University of Minnesota), o Fesler-Lampert Professorship em Humanas (2003-04, University of Minnesota), a Hoffman Chair na Florida State University (2004-05), a  Belle van Zuylen Cátedra Utrecht University (2008-09), e foi designado como Scholar of the College no College of Liberal Arts, University of Minnesota (2007-10).</p>
<h2><strong>Uma viagem com as malas de Kantor, oficina com Ludmila Ryba</strong></h2>
<p>Entendemos que, para prosseguir com a pesquisa a respeito do teatro de Tadeusz Kantor, é necessário ir além do âmbito teórico: é vital devorar a arte de Kantor também através de experiências práticas de compartilhamento artístico. Por isso receberemos a atriz e ex-integrante da companhia Cricot 2 de teatro, de Tadeusz Kantor, para uma oficina.</p>
<p>Esta oficina tem por intuito o envolvimento crítico com o tratamento dado por Kantor ao trabalho do ator, ao espaço e aos objetos. Usando as peças de Kantor desde The Dead Class até Today is my Birthday, que serão exibidos durante as palestras de Michal Kobialka, Ludmila Ryba vai discutir os conceitos e idéias seminais de Kantor e como eles foram materializados no palco. Tendo trabalhado com Kantor, e tendo compartilhado suas percepções sobre a prática de Kantor com estudantes e profissionais de teatro na França, Itália, e nos Estados Unidos sob a forma de oficinas, Ludimila oferece uma combinação única de uma compreensão teórica e vivência prática do teatro de Kantor.</p>
<p>O texto a seguir foi escrito por Ludmila Ryba, especificamente para o projeto Liberdade em Pi(y)ndorama.</p>
<blockquote><h3>Uma viagem com as malas de Kantor, por Ludmila Ryba</h3>
<p>&#8220;Malas cheias, mas de que? Do fardo dos objetos (companheiros essenciais do ator), de disfarces, de clowneries, de espectros do teatro?</p>
<p>Uma viagem sobre as tábuas da ribalta para abordar alguns aspectos fundamentais da obra do teatro de Tadeusz Kantor, para compreender o seu modo particular de conceber o ator e o espaço que habita.</p>
<p>Através de exercícios e improvisações, explorar e experimentar a vasta área do objeto no universo kantoriano.</p>
<p>Uma viagem não para aprender uma técnica ou um &#8220;método&#8221; como Kantor mesmo nunca procurou nem quis estabelecer, mas para ser um momento de suas malas a caminho&#8230; ou seja&#8230; infectar-se com a sua radical atitude artística&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Sobre Ludmila Ryba</strong></p>
<p>Ludmila Ryba, nasceu na Polônia e tem morado na Itália desde 1973, foi membro da companhia Cricot 2 de teatro de Tadeusz Kantor. Integrou-se à companhia em 1979 onde permaneceu até 1992, atuando em Wielopole Wielopole, The machine of love and death, I shall never return e Today is my birthday. Também foi intérprete de Kantor e sua assistente durante suas oficinas em Milão (1986) e em Avignon (1990). Juntamente com outros ex-atores do Cricot 2, ela conduziu várias oficinas de teatro na Itália e na França. Desde 1994 ela trabalha na França com &#8220;Compagnie du Singulier&#8221;, criado por Marie Vayssière, também uma ex-atriz Cricot 2.</p>
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		<title>Residência de núcleos convidados no Pyndorama</title>
		<link>http://pyndorama.com/2010/07/residencia-de-nucleos-convidados-no-pyndorama/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 08:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Alves Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para a residência de núcleos convidados no Espaço Pyndorama. Os núcleos selecionados poderão usufruir do espaço para, por exemplo, ensaios, apresentações, debates ou outras atividades, além de participar dos encontros de reflexão e compartilhamento com os outros núcleos residentes no espaço.<span id="more-1145"></span></p>
<p>Podem participar desta residência coletivos de teatro, dança, música, audiovisual, artes plásticas, etc.</p>
<p>A residência propõe a democratização do Espaço que traz benefícios não só para os grupos, que durante sua permanência poderão desenvolver seus trabalhos, como também para todos os demais envolvidos, nas interações e compartilhamentos de pesquisa.  Esta ação é parte do projeto da Antropofágica contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, Liberdade em Pi(y)ndorama.</p>
<h3>Inscrições:</h3>
<p>Para inscrever seu grupo, envie um email para contato@pyndorama.com descrevendo sua proposta de residência e compartilhamento de pesquisa, além dos contatos (nomes e telefone) do grupo.</p>
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		<title>Pindorama em Revista</title>
		<link>http://pyndorama.com/2010/07/pindorama-em-revista-o-transporte-e-os-tropeiros-no-brasil-imperio/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 07:56:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Alves Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Domingo, dia 25 de Julho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, dia 25 de Julho de 2010 às 14h o Pindorama em Revista, núcleo da Antropofágica de debates com encontros mensais, discutirá o Transporte e os Tropeiros no Brasil Império.<span id="more-1132"></span></p>
<p>O tema está relacionado ao projeto atual da Antropofágica, contemplado pela Lei Municipal de Fomento para a Cidade de São Paulo, no qual o grupo dá continuidade à sua pesquisa crítica sobre a história do Brasil, especificamente do período imperial.</p>
<p>Na pesquisa deste tema, a Antropofágica encontra como um dos eixos principais o estudo dos tropeiros &#8211; muito presentes na vida social e econômica do Império &#8211; e sua ligação com quem identificamos como &#8220;tropeiros contemporâneos&#8221;: os catadores de papelão e materiais recicláveis. Partindo disso, trataremos de temas como o transporte público e a precarização do trabalho.</p>
<h3>Sobre o Pindorama em Revista</h3>
<p>O Pindorama em Revista é um núcleo de estudos de textos teóricos relacionados ao tema da nossa pesquisa. Tendo germinado a partir de um encontro em abril de 2007, este núcleo se encontra aos domingos desde o início de 2008 e teve continuidade em nosso projeto anterior, em 2009.</p>
<p>Em nossas rodas de discussão, construídas coletivamente, debatemos e analisamos filmes, textos literários, poéticos, filosóficos, teatrais, avaliando o contexto histórico, social, econômico e político, abrangendo a nossa pesquisa em um âmbito geral da sociedade, fazendo com que todo o material seja desenvolvido como ferramenta de trabalho para elaboração de nossa dramaturgia e também em questionamentos sobre estes temas propostos que geram novas discussões quando levadas à cena.</p>
<p>Assim, alimentamos nossos pensamentos e nos aprimoramos como agentes transformadores de uma forma crítica da sociedade em que vivemos.</p>
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		<item>
		<title>Núcleo PY apresenta Zumbi or not Zumby no Teatro Arena</title>
		<link>http://pyndorama.com/2010/05/nucleo-py-da-cia-antropofagica-participa-do-5%c2%ba-festival-territorio-livre-com-zumbi-or-not-zumby/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 21:21:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[PY]]></category>
		<category><![CDATA[território livre]]></category>
		<category><![CDATA[Zumbi or not Zumby]]></category>

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		<description><![CDATA[O núcleo PY, núcleo de]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O núcleo PY, núcleo de formação de atores da Cia. Antropofágica, participa no próximo sábado dia 29 de maio do 5º Festival Território Livre, com trechos da nova montagem de Zumbi or not Zumby.<span id="more-1049"></span></p>
<p><strong>5º festival território livre</strong></p>
<p><em>&#8220;dai-nos,<br />
camaradas,<br />
uma arte nova<br />
- nova &#8211; que<br />
arranque<br />
a república da<br />
escória&#8221;<br />
</em>(Maiakóvski)</p>
<p>Grupos culturais, coletivos e jovens artistas, sob a direção do Coro de Carcarás, realizam no próximo dia 29.05 a 5ª edição do Festival de contra-cultura Território Livre. Teatro, cinema, maracatu, músicas de protesto e arte de vanguarda são reunidos no pequeno caldeirão à rua Teodoro Baima para fomentar um grande painel vivo do país e de suas contradições.</p>
<p><strong>5º Festival Território Livre<br />
29 de maio, sábado<br />
Às 19h concentração na Praça Roosevelt<br />
A partir das 20h no Teatro Arena<br />
Rua Teodoro Baima, 94<br />
</strong><a href="http://www.corodecarcaras.org">www.corodecarcaras.org</a></p>
<p><!--more-->O festival terá início no piso elevado da Praça Roosevelt, às 19h, seguindo em cortejo-arrastão pelos bares e teatros do entorno da Roosevelt até o teatro de Arena, onde ocorrerão as apresentações e projeções dos grupos.</p>
<p>Ao invés de um cardápio de atividades culturais, o festival foi concebido como um único show, um novo show paulista de opinião &#8212; tal qual o original dirigido por Augusto Boal em 1968. As intervenções foram ensaiadas e produzidas conjuntamente, reunindo mais de 60 pessoas, entre músicos, percussionistas, atuadores, performers, video-makers etc.</p>
<p>Como munição desse show, os grupos reivindicam a tradição de protesto do Arena e a revolução antropofágica de Oswald, o delírio artaudiano e a consciência política de Brecht-Piscator. Tudo isso mergulhado num caldeirão para fazer ferver a realidade presente que a todo o momento é abalada, seja pela corrupção que assola o país, seja pelas incertezas que sopram do leste, da tragédia econômica grega e européia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Última apresentação de Terror e Miséria no Novo Mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 21:12:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[Terror e Miséria no Novo Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Não perca a última apresentação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1046" title="terror_foto-300x199" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2010/05/terror_foto-300x199.jpg" alt="terror_foto-300x199" width="300" height="199" />Não perca a última apresentação da peça Terror e Miséria no Novo Mundo &#8211; Parte I: Estação Paraíso no Pyndorama, que fica na Rua Turiaçu, 481 &#8211; Perdizes. É nessa sexta-feira, dia 28 de maio.</p>
<p><strong>De 19 de março a 28 de maio, sextas, às 21h.<br />
Estacionamento conveniado no local: R$ 8,00<br />
Indicado para maiores de 16 anos<br />
Reservas e informações: 11 3871-0373<br />
Ingressos: R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>OUR LOVE&#8230; No Espaço Pyndorama</title>
		<link>http://pyndorama.com/2010/04/our-love-no-espaco-pyndorama/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 18:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espetáculos]]></category>

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		<description><![CDATA[Em curta temporada, espetáculo reflete]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1031" title="imagem" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2010/04/imagem.bmp" alt="imagem" />Em curta temporada, espetáculo reflete sobre espaço urbano e relações humanas.</p>
<p>Livremente inspirado na obra homônima de Martin Boyce, é uma reflexão poética, uma provocação sobre o espaço urbano e a viabilização das realizações afetivas, na perspectiva da virtualização das mesmas e consequente reafirmação das solidões. Parte de células coreográficas, movimentação aberta e ações gestuais para compor um mosaico de encontros e desencontros.</p>
<p>O interesse pela obra de Martin Boyce deu-se, num primeiro momento, pela aparente contradição entre os títulos de suas obras e as sensações por elas inspiradas: enquanto os títulos muitas vezes evocam sentimentos como o amor e atitudes como o romantismo, os elementos e objetos de caráter urbano/industrial e sua organização remetem a um ambiente planejado, porém gélido. Assim é o caso da instalação “Our Love is Like the Flowers, the Rain, the Sea and the Hours”, de 2002, uma espécie de “parque noturno”, nas palavras do próprio artista, em que o público pode circular e relacionar-se com o espaço.</p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Sábados, 01, 08 e 15 de maio à meia-noite.<br />
Espaço Cultural Pyndorama<br />
Rua Turiassú, 481 &#8211; Perdizes (Próximo ao metrô Barra Funda)<br />
Reservas e informações: 11 3871-0373<br />
Ingressos: R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia</strong></p>
<p><span id="more-1030"></span></p>
<p> Particularmente, sua obra chamou a atenção do grupo por tratar de uma praça, um espaço planejado originalmente para o convívio e a contemplação da natureza, no entanto, os elementos que compõem a instalação vão contra esta proposição. Na medida em que são artificiais e impessoais, esses elementos se referem ao mundo natural negando, no entanto, o contato real com ele. Funcionam quase como um monumento a um saudoso passado, a algo que se foi.<br />
 <br />
O arranjo destes elementos específicos funciona como uma metáfora das relações humanas, em que os elementos culturais e tecnocráticos sobrepujam a natureza, em que o medo e a insegurança mobilizam as ações para a garantia do sucesso; a aniquilação dos riscos traz consigo a morte das surpresas, do inesperado e inusitado no dia-a-dia.</p>
<p>A partir dessas reflexões, a oba coreográfica foca as relações pessoais estabelecidas neste espaço público, revelando a distância que temos uns dos outros e em como isso é exposto sem que nos demos conta. Assim como sugere Boyce, buscando a criação de utopias que transcendam os modelos de relações desgastados.<br />
 <br />
 <br />
No mais, a presença do vazio existencial perante um mundo injusto permanece, e o que é urgente não é negar-lhe espaço, e sim dar-lhe vazão. Não se trata de um neo-niilismo, mas de assumir uma constatação que já não é nem nova: a tecnocracia, com fim em si mesma, é nociva e não atende nem de longe o anseio por uma sociedade de pessoas livres e autônomas, que direcionam suas escolhas para sua auto-realização, e não meramente para a minimização dos fracassos e maximização dos sucessos.</p>
<p>Ficha técnica:<br />
 <br />
Criação/interpretação: Edson Calheiros, Natália Fernandes e Poliana Lima<br />
 Direção: Edson Calheiros<br />
 Colaboração: Natália Mendonça<br />
 Trilha sonora, figurinos e cenografia: Intermitente abismo de sonhos.<br />
 Plano de Luz: André Prado<br />
 Duração: 40 minutos<br />
 Faixa etária: a partir de 14 anos.<br />
 <br />
<a href="http://www.intermitenteabismodesonhos.blogspot.com">www.intermitenteabismodesonhos.blogspot.com</a></p>
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		<title>Resto de Cerveja em Copo Transparente</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 16:25:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cia. Teatro no Pires]]></category>
		<category><![CDATA[Emerson Rossini]]></category>
		<category><![CDATA[Izabel Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[RESTO DE CERVEJA EM COPO TRANSPARENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Pires]]></category>

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		<description><![CDATA[A CIA. TEATRO NO PIRES]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A CIA. TEATRO NO PIRES estreia no próximo dia 8 de maio de 2010, no Espaço Cultural Pyndorama, o espetáculo RESTO DE CERVEJA EM COPO TRANSPARENTE, texto de Sergio Pires, direção de Emerson Rossini e atuações de Pedro Vieira e Izabel Lima. O espetáculo fica em cartaz até o dia 27 de junho.<span id="more-1020"></span></p>
<p>“Resto&#8230;..” conta a história de um casal à beira da separação, Giovanni e Marcela. Ambos refletem sobre os motivos do iminente divórcio: enquanto Giovanni bebe cerveja em um bar e divaga em busca de conclusões, Marcela fica em casa e remonta seu passado na tentativa de entender o que aconteceu com o presente.</p>
<p><strong>Temporada:  8 de maio de 2010, até 27 de junho de 2010<br />
Horários: aos sábados 21h e domingos às 20h<br />
Rua Turiassú, 481 &#8211; Perdizes (Próximo ao metrô Barra Funda)<br />
Telefone: 11 3871-0373<br />
Recomendação: 16 anos &#8211; </strong><strong>Lotação: 80 lugares</strong></p>
<p><!--more-->O terceiro personagem da história é Henrique, onipresente durante a narrativa e que só existe nas entrelinhas do texto. Ele é o amigo gay do casal e acaba se tornando a base dos desencontros, pois Marcela tem ciúmes da amizade entre o marido e o amigo. “Ela sempre teve amigos gays, mas, apesar disso, o ciúme por essa amizade a impede que ela aceite que o marido faça o mesmo. A crise no casamento dos dois nasce do preconceito de Marcela”, explica Emerson Rossini, diretor do espetáculo.</p>
<p>Em um texto ora delicado e onírico, ora ácido e provocativo, Sérgio Pires (Três Paredes e Meia) discute a procura pela felicidade, o desejo e a devassidão, confrontando personagens ambientados em um palco recheado de caixas de engradado de cerveja e cinco televisores, como os afixados nos bares. Os engradados funcionam como peças de encaixe e transformam o palco de acordo com as situações, alternando o espaço entre bar e residência do casal. O recurso foi imaginado e construído pelas mãos de Emerson Rossini, parceiro de Sérgio em produções como Cadência (2004) e Três Paredes e Meia (2007).</p>
<p>As tensões internas da trama de Resto de Cerveja em Copo Transparente ganham cores e formas por meio das atuações de Pedro Vieira (Giovanni) e Izabel Lima (Marcela). Pedro vive um personagem que passa um momento conturbado em sua vida, cheio de incertezas. Angústia e felicidade caminham de mãos dadas devido à separação. Ficará sem Marcela, esposa dedicada e cuidadosa, mas por outro lado, brinda consigo mesmo o fato de se tornar um novo homem após o fim do casamento. A liberdade e a diversidade são elementos novos em sua vida após começar a trabalhar em um bar freqüentado por prostitutas, travestis e garotos de programa.</p>
<p><strong>HISTÓRICO DA COMPANHIA E DOS INTEGRANTES<br />
</strong><br />
A Cia. Teatro no Pires nasceu em 2000 com o espetáculo Esta Noite Ouvirei Chopin, encenado durante dois anos em festivais, mostras e temporadas. Em seguida, em 2001, o grupo estreou Fogueira&#8230; Ou Bueiro Do Amor. Na seqüência vieram Enlatado (2004) Cadência (2004 e 2005) e Três Paredes e Meia (2006 E 2007). É composta por Pedro Vieira, Sergio Pires e Emerson Rossini.</p>
<p>Emerson Rossini é formado em direção teatral pela Escola de Comunicação e Artes/USP-2005. Estudou na Escola de Arte Dramática EAD/USP e esteve à frente, como diretor, nas peças Cadência (2004) com texto de Sérgio Pires, Vozes Familiares com texto de Harold Pinter (2005), Três Paredes e Meia (2007) com texto de Sérgio Pires. Como ator, esteve nos espetáculos Os reis preguiçosos da Cia Francesa Transe Express, Abre as asas sobre nós, de Sérgio Roveri com direção de Luiz Valcazaras e A morta, de Oswald de Andrade, com direção de Luiz Fernando Ramos.</p>
<p>Sergio Pires é graduando em filosofia pela UNIFAI &#8211; Centro Universitário Assunção. Durante os anos de 2001 e 2002 integrou o núcleo de dramaturgos brasileiros em intercâmbio com o Royal Court Theatre de Londres, realizado pelo British Council. Dos 23 textos escritos para teatro, 15 já foram encenados, dentre eles Cadência, produzido pelos alunos da Escola de Arte Dramática da ECA/USP e Do Outro Lado do Morro Existe um Sonho, produzido pela Cia Pic Nic 2.</p>
<p>Pedro Vieira é formado em teatro pela Escola Macunaíma desde 1992 e integrou o Núcleo de Estudos do Teatro Contemporâneo na Escola Livre de Teatro de Santo André, orientado por Luiz Fernando Ramos, que resultou no espetáculo Sabia que Você Vai Morrer!.  Atuou em vários espetáculos, entre eles A Morta de Oswald de Andrade, com direção de Luiz Fernando Ramos, e em cinema atuou nos longas De Cara Limpa, Carandiru, Nina e Amanhã nunca mais.</p>
<p>Izabel Lima é atriz e arte-educadora formada pela Escola Livre de Teatro no curso de formação de atores, dramaturgia e direção. Integrou a Cia. do Latão como atriz e colaboradora no núcleo musical. Protagonizou o curta-metragem Pérola, dirigido por Rodolfo David e produzido pela Escola Livre de Cinema, Garotas Do Abc, longa-metragem dirigido por Carlos Reichenbach e Plastic City, co-produçao Brasil-China dirigido por Yu Lik-Wai. Na televisão, participou da série Antonia dirigida por Gisele Barroso exibida pela Rede Globo, da série Alice dirigido por Karin Ainouz exibida pela HBO. Integrou o elenco de Por Toda Minha Vida-Dolores Duran especial exibido pela Rede Globo e dirigido por João Jardim.</p>
<p><strong>Ficha técnica</strong><br />
Texto: Sérgio Pires direção: Emerson Rossini atores: Pedro Vieira, Izabel Lima cenário: Emerson Rossini figurino: Theodoro Cochcrane iluminação: Paulo Heise Sonoplastia: Julius Colaboração: Cacia Goulart Design Gráfico: Claudio Queiroz Produção: Pedro Vieira Produção executiva: Pedro Vieira e Emerson Rossini Vídeos: Alex Moletta e Sergio Pires Fotos: Silvio Locali Assessoria de imprensa: Canal Aberto</p>
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		<title>Terror e Miséria no Novo Mundo reestréia no Pyndorama</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 18:59:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[Cia. Antropofágica]]></category>
		<category><![CDATA[pyndorama]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você ainda não viu,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1017" title="terror_foto" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2010/04/terror_foto-300x199.jpg" alt="terror_foto" width="300" height="199" />Se você ainda não viu, veja! Se você já viu, essa é uma ótima oportunidade para rever.</p>
<p>A Cia. Antropofágica reestreia Terror e Miséria no Novo Mundo &#8211; Parte I: Estação Paraíso no Pyndorama, que fica na Rua Turiaçu, 481 &#8211; Perdizes.</p>
<p><strong>De 19 de março a 28 de maio, sextas, às 21h.<br />
Estacionamento conveniado no local: R$ 8,00<br />
Indicado para maiores de 16 anos<br />
Reservas e informações: 11 3871-0373<br />
Ingressos: R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia</strong></p>
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		<title>Senhorita Julia estréia no Pyndorama</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 17:39:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Ginco]]></category>
		<category><![CDATA[August Strindberg]]></category>
		<category><![CDATA[senhorita julia]]></category>

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		<description><![CDATA[Em cartaz de 13 de]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1012" title="dsc_6848" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2010/03/dsc_6848-199x300.jpg" alt="dsc_6848" width="199" height="300" />Em cartaz de 13 de março a 02 de maio, sábados às 21 horas e domingos às 20 horas, Senhorita Julia de August Strindberg, no Espaço Cultural Pyndorama. O texto de um dos mais importantes dramaturgos da história tem a direção de Antonio Ginco e no elenco os atores Juliana Calligaris, Liz Nunes e Marcelo Bosso.</p>
<p>A peça, que já esteve em cartaz no final de 2009, volta à cena cultural de São Paulo.</p>
<p>A história se passa enquanto a noite avança e, de súbito, acende-se uma paixão entre Julia e João. Animados pelo vinho, relembram suas infâncias tão diversas socialmente e falam de seus sonhos íntimos. A trama se desenrola a partir do abismo social que os divide e como isso pode ser evitado, se é que pode.</p>
<p><strong>Senhorita Julia de August Strindberg.<br />
Temporada: 13 de março a 02 de maio<br />
Apresentação: sábados às 21 horas e domingos às 20 horas<br />
Ingressos R$ 20,00</strong></p>
<p><strong>Espaço Cultural Pyndorama<br />
Rua Turiassú, 481 &#8211; Perdizes (Próximo ao metrô Barra Funda)<br />
Telefone: 11 3871-0373</strong></p>
<p><a href="http://trilhasdaarte.blogspot.com">http://trilhasdaarte.blogspot.com</a></p>
<p>Assista o trailer em <a href="http://www.youtube.com/watch?v=N-DbNKsyZgE">http://www.youtube.com/watch?v=N-DbNKsyZgE</a></p>
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		<title>Coro de Carcarás e Cia. Antropofágica apresentam recital (oswaldiano) de Natal</title>
		<link>http://pyndorama.com/2009/12/coro-de-carcaras-e-cia-antropofagica-apresentam-recital-oswaldiano-de-natal/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 12:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Cia. Antropofágica]]></category>
		<category><![CDATA[coro de carcarás]]></category>

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		<description><![CDATA[A Cia. Antropofágica e Coro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1002" title="imagem1" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/12/imagem1-299x300.png" alt="imagem1" width="299" height="300" />A Cia. Antropofágica e Coro de Carcarás aconvidam a todos para participar do recital  (oswaldiano)  de Natal.</p>
<p><strong>Sexta-feira, dia 18 de dezembro às 17h30, em frente ao Teatro Municipal. </strong></p>
<p><strong>ATENÇÃO</strong>: no caso de chuva, o recital será realizado na Praça do Patriarca.</p>
<p>Coro de Carcarás: http://www.corodecarcaras.org</p>
<p>Esperamos você lá!</p>
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