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	<title>pyndorama.com &#187; fomento</title>
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	<description>Site da Cia. Antropofágica e do Espaço Cultural Pyndorama</description>
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		<title>Terror e Miséria no Novo Mundo &#8211; Parte I: Estação Paraíso</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 23:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[Cia. Antropofágica]]></category>
		<category><![CDATA[fomento]]></category>
		<category><![CDATA[Terror e Miséria no Novo Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é a última semana]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-986" title="atp_web_0201" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/12/atp_web_0201-200x300.jpg" alt="atp_web_0201" width="200" height="300" />Essa é a última semana em cartaz de Terror e Miséria no Novo Mundo &#8211; Parte I: Estação Paraíso. Por isso, se você ainda não viu, aproveite!!!</p>
<p>Terror e Miséria no Novo Mundo &#8211; Parte I: Estação Paraíso, do projeto Liberdade em Pindorama, é o sétimo espetáculo da Cia. Antropofágica, contemplado pela Lei Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.</p>
<p><strong>Temporada: 14 de novembro a 13 de dezembro<br />
Apresentações: sábado, 20h e domingo, 19h.<br />
Espaço Cultural Pyndorama – 40 lugares</strong></p>
<p><strong>Rua Turiaçu, 481 &#8211; Perdizes (próximo ao metrô Barra Funda)<br />
Telefone 11 3871-0373<br />
Estacionamento conveniado no local: R$ 8,00</strong></p>
<p><strong>Duração: 110 minutos.<br />
Recomendação etária: 16 anos<br />
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)</strong></p>
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		<title>Cia. Antropofágica reestreia no Pyndorama.</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 15:17:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[fomento]]></category>
		<category><![CDATA[Terror e Miséria no Novo Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Cia. Antropofágica reestreia no]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-981" title="atp_web_0241" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/11/atp_web_0241-300x200.jpg" alt="atp_web_0241" width="300" height="200" />A Cia. Antropofágica reestreia no dia 14 de novembro o espetáculo Terror e Miséria no Novo Mundo &#8211; Parte I: Estação Paraíso. Você ainda não viu? Então aproveite a reestreia.</p>
<p>Terror e Miséria no Novo Mundo &#8211; Parte I: Estação Paraíso, do projeto Liberdade em Pindorama, é o sétimo espetáculo da Cia. Antropofágica, contemplado pela Lei Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.</p>
<p><strong>Temporada: 14 de novembro a 13 de dezembro<br />
Apresentações: sábado, 21h e domingo, 19h.<br />
Espaço Cultural Pyndorama – 40 lugares </strong></p>
<p><strong>Rua Turiaçu, 481 &#8211; Perdizes (próximo ao metrô Barra Funda)<br />
Telefone 11 3871-0373<br />
Estacionamento conveniado no local: R$ 8,00</strong></p>
<p><strong>Duração: 110 minutos.<br />
Recomendação etária: 16 anos<br />
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).</strong></p>
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		<title>Relatório de Atividades por Thiago Reis Vasconcelos &#8211; ATP</title>
		<link>http://pyndorama.com/2009/09/relatorio-de-atividades-por-thiago-reis-vasconcelos-atp-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 21:32:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acompanhe o fomento]]></category>
		<category><![CDATA[fomento]]></category>

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		<description><![CDATA[Registrorela tomanifesto daterceiraet apadoprojeto liberdadeem]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-961" title="foto0152" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/09/foto0152-300x225.jpg" alt="foto0152" width="300" height="225" />Registrorela<br />
tomanifesto<br />
daterceiraet<br />
apadoprojeto<br />
liberdadeem<br />
pi(y)ndor<br />
ama</strong></p>
<p><strong>Terceiro ato </strong></p>
<p>Antropofágica(ATP)-espaçoPyndorama-projeto(y)Py-Núcleodemúsica-Dramaturgia-pindoramaemrevista-estudosliterários-depoimentosdometrô-ensaiosabertos-núcleodeestudosdocorpo-núcleosconvidados-estréia-temporada-público-</p>
<p>De Pindorama ao Pyndorama<br />
Contar a colônia como atores de nosso tempo<br />
Abertos para o futuro sem se apegar a nenhum passado de amarras<br />
Chegamos a espinafração contra a farsa das “determinações” coloniais</p>
<p>Temporada: momento de devorar e ser devorado</p>
<p><span id="more-960"></span></p>
<p>Cauim-tinto</p>
<p>Moquém da história desconstruída</p>
<p>Dando nossa contribuição milionária de todos os Erros de todos os Eros</p>
<p>Oswald-Brecht-Maiakovski-Kantor cantando Prado-Buarque-Freyre-Lery e inúmeros contos de fada</p>
<p>Bárbaros-tecnizados contra a civilização das caravelas</p>
<p>Carasvelhas que insistem em seu velho mundo decadente</p>
<p>Arreganhamos a dentuça</p>
<p>Nossa arte contra a barbárie genocida que em nome da civilidade mata, explora, escraviza</p>
<p>Segundos depois</p>
<p>Somos Bárbaros contra a barbárie das caravelas</p>
<p>Prólogo &#8211; o teatro resiste à absorção da mercadoria</p>
<p>A índia estuprada resiste</p>
<p>De longe vieram os espelhos de uma civilização que queria fazer da terra Brasilis a imagem e semelhança de seus erros e acertos</p>
<p>Mas os bárbaros nunca foram catequizados, fizeram foi o carnaval</p>
<p>Narração não linear de uma “história”</p>
<p>A chegada dos portugueses. A vinda da família real. O português vestiu o índio.</p>
<p>Resistimos. Pelados. Cantando.</p>
<p>A nudez não vem para provocar. Vem evocar o direito de mostrar nossas vergonhas sem nenhuma vergonha.</p>
<p>Descobrimos a liberdade no movimento<br />
a liberdade que se conquista a cada ato<br />
que ao menor descuido volta paras senzalas</p>
<p>Nosso bobo da corte não é tão bobo quanto parece</p>
<p>Exibimos a corte. Que chega oferecendo o paraíso aos nativos.</p>
<p>- querem ensinar o Padre a rezar a missa?</p>
<p>Quanto riso. Quanta alergia. As doenças enlatadas.</p>
<p>Primeiro passo: cercar as terras e se proclamar o Dono.</p>
<p>As caravelas vieram repletas de administradores que só não trouxeram sua disposição do trabalho físico.</p>
<p>O boi. Animal mercadoria disputada entre poderosos.</p>
<p>O Padre visita as casas como nosso primeiro pedágio para o caminho do paraíso&#8230;</p>
<p>O confronto se arma as índias e mulheres anônimas com arcos e flechas combatem a pólvora. Tombam na luta. Os caídos que se levantem. Os vencidos de agora serão os vencedores de amanhã.<br />
Interlúdico com música, muita música. Todos levantam para o próximo Ato.</p>
<p>Um índio aparece e trava o primeiro contato.<br />
Brincamos de ET. Mas o buraco é mais embaixo.<br />
Vemos introjetado em sua barriga a animadora de auditório cantando com alegria.<br />
- Eles já foram os donos dessa terra. “Já foram” incomoda aos ouvidos. Só podemos atender ao mundo orecular. Cai por terra a alegria da infância de uma manchete global.</p>
<p>Globalização da miséria.</p>
<p>Educação para todos.</p>
<p>A escola de Kantor como teatro Fórum. O público vota. Ou se nega a votar.</p>
<p>A merda quem fez? Os acusados: o negro, o índio e o pobre.</p>
<p>Só um pode ocupar as vagas subtraídas devido a crise. Nossas crises “abstratas”.</p>
<p>Mas logo: A volta dos poderosos preocupados em atender aos estudantes. Agora em greve.</p>
<p>A saída “democrática”. Escolham um dos três.</p>
<p>Aí paramos. Perguntamos. Quem quer propor uma solução para esta cena?<br />
Cada dia uma resposta.</p>
<p>Muitos acreditam no “teatro”.</p>
<p>Entra o índio Chiquinha que conhecemos nas ruas. O inventor da dança do siri.</p>
<p>Os atores arranham o litoral. Expulsos pelo delator opressor, Joaquim Silvério dos Reis, vindo das minas. Mais um a querer azedar a inconfidência.</p>
<p>Traz a cabeça de Tiradentes. E caça a cabeça do público com suas provocações.</p>
<p>A tecnologia nos leva ao metrô. A voz de um camelô indignado toca enquanto os músicos escutam.</p>
<p>Estamos na Sé, um painel de relações coloniais contemporâneas. Joga-se a sorte. E a prostituta se vende ao turista. Sonhando com uma casa.</p>
<p>- Minha casa. Mas a velha sábia traz bons fluidos. Para aqueles que mesmo na miséria acreditam e reagem como conseguem.</p>
<p>Mas insistimos em depositar nossas esperanças de crescer no futebol.</p>
<p>Carmem Miranda. Seleção. Zé Carioca e papai Walt Disney. Mas o que tem a colônia com isso?</p>
<p>Produzimos nossa cultura de exportação&#8230; algo deu errado exportaram e exportaram nossa cultura baseada em um exotismo de fórmulas agradáveis. Mulher mercadoria.</p>
<p>Zé Carioca morre no conflito hamletiano ser ou não ser. Tupy or not tupy. Como grande herói nacional paramos para marcha funeral.</p>
<p>A nação se une em torno do herói. E todos se sentem unidos.</p>
<p>Mas a confissão confunde. O papagaio que não entendeu como traiu sua família e permaneceu verde amarelo. Ufanismo de Anta.</p>
<p>Ufanismo de Anta contra a antropofagia do bárbaro tecnizado.</p>
<p>Já no tribunal-purgatório mais uma vez e desta vez os três poderes tendo como funcionários um corcunda e uma zebra. Vão incriminando aqueles “irrelevantes” para nossa história.</p>
<p>Mas só o corcunda parece escutar a voz que vem da noiva da revolução. Abandonada na porta &#8230;</p>
<p>Da voz da noiva poemas de Brecht.</p>
<p>“Quem se defende porque lhe tiram o ar<br />
Ao lhe apertar a garganta, para este há um parágrafo<br />
Que diz: ele agiu em legítima defesa. Mas,<br />
O mesmo parágrafo silencia<br />
Quando vocês se defendem porque lhes tiram o pão.<br />
E no entanto, morre quem não come, e quem não come o suficiente Morre lentamente.<br />
Durante os anos todos em que morre Não lhe é permitido se defender.”</p>
<p>Na iminência de qualquer movimento de defesa. Com o interesse de mudar para que tudo permaneça.<br />
Os três poderes se beijam em nome da herança portuguesa.<br />
Um grito. Pela liberdade.<br />
De que serve a liberdade Se os livres têm que viver entre os não-livres?<br />
Outro grito. O do Ipiranga.<br />
Independência ou morte. Apoiados nas costas da índia condenada por bigamia fruto de vários estupros.</p>
<p>Volta a noiva e diz:</p>
<p>“Como pode a voz que vem das casas Ser a da justiça Se os pátios estão desabrigados?<br />
Quem na canoa não tem Lugar para os que se afogam Não tem compaixão. Quem não sabe de ajuda Que cale.”<br />
Acaba o teatro para os atores que se calam por pouco tempo<br />
Quando se entregam as palavras finais ao ato-musical de quem não pode mais calar..</p>
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		<title>Relatório de Atividades por Alessandra Queiroz &#8211; Núcleo ATP</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 21:20:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acompanhe o fomento]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<description><![CDATA[Seguimos descascando o abacaxi da]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-955" title="imagem6" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/09/imagem6-218x300.png" alt="imagem6" width="218" height="300" />Seguimos descascando o abacaxi da colônia.</p>
<p>Cia. Antropofágica.</p>
<p>Organizar o corpo, o pensamento, o fazer artístico e social; tudo unido. Somos um só numa coisa só.</p>
<p>A palavra transforma-se em cena = dramaturgia.<br />
O corpo em cena = ação.<br />
A voz como canção = a música.<br />
Ensaios&#8230; ensaios&#8230; ensaios&#8230; ensaios&#8230;<br />
ensaios&#8230; ensaios&#8230; ensaios&#8230; ensaios&#8230; ensaios&#8230;</p>
<p>Boletyns Antropofágicos, o que fazemos e como fazemos.</p>
<p>Devoro e sou devorada na sala de ensaio = ensaios abertos.</p>
<p>A colônia discutida agora: o passado confunde-se no presente, então penso “o que será do nosso futuro?”</p>
<p>O velho experiente alfaiate costura nossas vestes, eu costuro minha veste, a sala de ensaio transformada em ateliê de costura.</p>
<p>O portal é erguido, o “Faz Tudo Nosso de Cada Dia” ergue a “casa” que será nossa moradia nos próximos meses&#8230; a casa que tem sempre a “porta” aberta para que nossos visitantes (espectador) possam entrar para apreciar, degustar e compartilhar do abacaxi colonial que colocamos em postas.</p>
<p><span id="more-954"></span></p>
<p>A liberdade colocada em questão a todo instante e mesmo existindo amarras continuamos a luta em desatá-las, algumas desatam outras hão de desatar.</p>
<p>Ubu-Rei misturado a Macbeth, Jerry e Shakeaspeare confrontados viram um só + Sartre que “Stouraz” recriado pelo “Pau a Pique” + Grumetes no novo mundo = Leituras Dramáticas.</p>
<p>Fragmentos numa noite com Arena Conta Tiradentes, toca o telefone: perdemos Augusto Boal, a coincidência na fatalidade, em nossas bocas soava palavras dele, nos calamos, um nó em nossas gargantas, perdemos mais um companheiro, mas é preciso continuar e a homenagem vem no trecho do julgamento de Tiradentes que entra na peça Zumbi or not Zumby adaptação de Arena conta Zumbi de Boal feita de forma muito consciente pelo Núcleo PY, e também entra na nossa colagem-dramaturgia ainda não acaba de Terror e Miséria no Novo Mundo – Parte I: Estação Paraíso.</p>
<p>Pouco tempo depois passamos uma tarde muito maravilhosa repleta de trocas artísticas e vivências, grande aprendizado com Romário Borelli que foi integrante do Teatro de Arena.</p>
<p>E as trocas continuam&#8230; com Stouraz com o tema do que nos oprime&#8230; com o Grupo de Teatro da Poli na USP – performance com os integrantes da Cia ATP e do GTP “O confronto Indígena”.</p>
<p>Nossa estréia se aproxima, o processo esta a todo vapor. De um lado revemos a estrutura da peça, do outro finalizamos os figurinos, a luz começa a desenhar o espaço cênico, o cenário que surge de um sonho&#8230; nosso inconsciente a favor do nosso processo.</p>
<p>A pizza nossa de cada ensaio&#8230; devoramos, o cansaço bate&#8230; dormimos&#8230; até nossos sonhos são em coletivos.</p>
<p>Ouvimos um som novo: é o som do clarinete do Frederico que vem acrescentar, enriquecer nosso Núcleo Musical.</p>
<p>Sozinhos temos dois olhos, no coletivo&#8230; muitos&#8230;</p>
<p>Horas de ensaios, pesquisas, bate o cansaço, algo falta, algo sobra&#8230; contar/desconstruir um processo como o da colonização foi durante esses 9 meses agora 12 meses&#8230; foi um parto&#8230; parimos, nossa visão de mundo, ou o que achamos no mundo?</p>
<p>Muitas vezes temos que deixar nossas convicções para ceder ao outro – isso é dialogar, compartilhar, refletir não só como ator, refletir como cidadão do mundo, cidadão da cidade de São Paulo. Faço parte de uma sociedade que atinge o meu fazer artístico, nesse momento eu quero atingi-la, transformá-la.</p>
<p>Antes da estréia mais ensaios abertos&#8230; os visitantes criticam, apreciam, somos devorados e devoramos. O olhar dos companheiros do Pindorama em Revista, tudo o que vimos, falamos, lemos e discutimos agora esta em cena, somos quadros, imagens, velas, carnaval, liberdade!</p>
<p>24 de julho de 2009 – estréia</p>
<p>Dedicatória<br />
Prólogo<br />
Evocação<br />
Narração<br />
Epílogo</p>
<p>Nosso rebento mal nasceu e já começa andar, falar, representar, dialogar, argumentar. Questionamos: que educação queremos? Que país? O que é a liberdade?</p>
<p>Agora mais do que nunca temos vários olhos, bocas, ouvidos&#8230; eles vêem, alguns manifestam, outros somente ouvem, mas, todos participam.</p>
<p>Nosso rebento e nós só tendemos a crescer mais e mais&#8230;</p>
<p>Evoé!</p>
<p>“O que nos traz a cena é a fome muito mais do que á vontade de representar.”  A Morta – Oswald de Andrade.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Relatório de Atividades por Ruth Melchior &#8211; Núcleo ATP</title>
		<link>http://pyndorama.com/2009/09/relatorio-de-atividades-por-ruth-melchior-nucleo-atp-3/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 21:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[fomento]]></category>

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		<description><![CDATA[“Ser radical é agarrar as]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-951" title="imagem5" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/09/imagem5-300x201.png" alt="imagem5" width="300" height="201" />“Ser radical é agarrar as coisas pela raiz, e a raiz para o homem é o próprio homem.” Karl Marx</p>
<p>Essa busca de agarrar a própria raiz me deu a total liberdade de encontrar um meio de luta pelo meu  povo, pela minha história perdida em livros didáticos que escondem a verdade e mostram apenas a história burguesa de uma raiz  que não me pertence.</p>
<p>Encontrando uma forma dentro da nossa dramaturgia antropofágica pude expressar na finalização nesses nove meses de pesquisa e vivência intensa aquilo que me motiva todos os dias que não é apenas o fazer teatral e sim a militânciantropofágicateatral.</p>
<p>Revisitando Macunaíma a luta de um povo brasileiro que hoje tímido e massacrado pelo capital só me motiva cada vez mais a continuar as nossas discussões no Pindorama em Revista que muitas vezes sem finalizar o assunto permanece latente no pensamento e no corpo.</p>
<p><span id="more-950"></span></p>
<p>A experiência de dividir o território antropofágico é acrescentar mais uma família que estoura e pula na relação e na vivência-ação do pensar ator/público.</p>
<p>Entre leituras dramáticas e estudos literários trocamos um com o outro, letras e folhas por palavras e expressões, idéias e formas se misturam na dramaturgialiteráriantropofagica.</p>
<p>Índio: O que é isso?<br />
Homem Branco: Oca!<br />
Índio: Oca anda&#8230; vai, vai, vai começar a brincadeira.</p>
<p>Fomos brincar com o Grupo Teatral da Poli em meio ao ar livre e floresta imaginária. Surge o ritual da troca e a magia da energia vivida naquele momento único.</p>
<p>Ao mostrar a cozinha através dos ensaios abertos podemos cozinhar melhor o banquete que ainda não tínhamos servido.</p>
<p>Surge em nossas mãos tecidos, agulhas e fitas bordadas pela simples experiência de moldar com o véu a personagem criada e vivenciada. Em cada botão é colocado um pedaço do que foi construído nesses meses com a família antropofágica.</p>
<p>O banquete foi servido e tem sido devorado pelo homem da terra pindorama.</p>
<p>Gaivota: Ninguém é dono da terra. A terra é um bem comum!</p>
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		<item>
		<title>Relatório de Atividades por Haroldo Stein &#8211; Núcleo PY</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 21:10:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acompanhe o fomento]]></category>
		<category><![CDATA[fomento]]></category>

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		<description><![CDATA[Um longo processo se deu]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-948" title="imagem4" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/09/imagem4-300x219.png" alt="imagem4" width="300" height="219" />Um longo processo se deu até aqui, um processo que vai além dos noves meses previstos em projeto: sete anos. Sete anos de trabalho, pesquisa sobre a brasilidade. 509 anos de colonização, de exploração, contados, narrados, discutidos, vivenciados em duas horas de um espetáculo musical multimídia antropofágico.</p>
<p>O Projeto “Liberdade em Pindorama” da Cia. Antropofágica, contemplado pelo programa municipal de fomento ao teatro de grupo da cidade de São Paulo chega ao fim em sua totalidade, mas ainda fica a inquietação dos problemas passados, presentes e que serão futuros. Inquietações essas que não queremos calar “&#8230;aquele que não sabe de ajuda que cale.”</p>
<p>Essa reta final de projeto foi marcado por muitos ensaios, longas horas de ensaios, uma e as vezes até mais de uma vez por semana com ensaios abertos, realizando uma troca real com o público que muitas vezes deixava de ser público e passava a ser dramaturgo, ator, escritor, pesquisador, pensador, crítico&#8230; ser social.</p>
<p><span id="more-947"></span></p>
<p>Público esse que foi entrevistado no metrô liberdade, para discutir “Afinal o que é liberdade.” Tudo devidamente registrado em uma câmera de pequeno alcance, baixa qualidade, mas que registrou grandes discussões capazes de proporcionar grandes reflexões de como vivemos hoje, uma realidade que muitas vezes fechamos os olhos e abaixamos a cabeça. Mas não queremos calar “&#8230; aquele que não sabe de ajuda que cale.”</p>
<p>Esses últimos messes foram intensos, núcleo de corpo, núcleo de dramaturgia, leituras dramáticas, compartilhamento de pesquisa, Pindorama em Revista, espetáculo Zumbi or not Zumby com o projeto de formação da Cia. Antropofágica, o PY. Espetáculo Terror e miséria no Novo Mundo &#8211; Parte I: Estação Paraíso da Cia. Antropofágica. Horas de encontros, debates, estudos, pesquisas, troca, aprendizado no matriarcado de Pyndorama.</p>
<p>Projeto proposto, projeto concluído, projeto acabado e renascido, porque as inquietações ainda permanecem, os problemas de nossa sociedade ainda permanecem. É preciso aliar mais forças, é preciso continuar na luta, é preciso falar “&#8230;aquele que não sabe de ajuda que cale”.</p>
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		<title>Relatório de Atividades por Martha Guijarro &#8211; Núcleo ATP</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 21:06:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nove meses de gestação ou]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-944" title="imagem12" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/09/imagem12-300x211.png" alt="imagem12" width="300" height="211" />Nove meses de gestação ou será sete anos? Eis que nasce o filho tão esperado desse coletivo Terror e Miséria no Novo Mundo &#8211; Parte I: Estação Paraíso, assim o batizamos.</p>
<p>Gestação dolorosa. Gestação prazerosa.</p>
<p>Horas de pindoramas em revistas, leituras dramáticas, depoimentos no metrô. Mímica corporal, núcleo de dramaturgia, palestras com Oliveira e Arantes&#8230; Ensaios, ensaios, ensaios&#8230; Livros, pesquisas, filmes, músicas, desenhos, discussões, assembléias, sono, fome, sede, cansaço, madrugadas, ansiedades, expectativas, friozinho na barriga&#8230;</p>
<p>Costura aqui, cola ali, recorta lá que sai a roupinha do nenê.</p>
<p>Sonhos&#8230; antenados com o mundo interior e exterior.<br />
O embrião vira feto e desse afeto se torna esse bebê que pede pra nascer. Eis o parto.</p>
<p>Dia 24-07-09 de uma sexta-feira. Às 21 horas. É leonino!!!!</p>
<p>Estamos no Paraíso.</p>
<p>Trabalho de nove meses.<br />
Trabalho de sete anos.<br />
Trabalho de todos<br />
Em trabalho de parto.</p>
<p>Parte I. Início dessa jornada, desse filho que só está no começo da sua trajetória.</p>
<p>Parabéns a todos por esses meses, por esses anos.</p>
<p>Evoé Dionísio!</p>
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		<title>Relatório de Atividades por Rafael Gracioli &#8211; Núcleo ATP</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 20:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acompanhe o fomento]]></category>
		<category><![CDATA[fomento]]></category>

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		<description><![CDATA[Passaram-se mais cinco meses e]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-939" title="imagem31" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/09/imagem31-300x217.png" alt="imagem31" width="300" height="217" />Passaram-se mais cinco meses e aconteceram muitas coisas novas, mais depoimentos do metrô, mais um “Diálogos Antropofágicos”, também teve as polêmicas Leituras Dramáticas, compartilhamento de pesquisa com o Grupo Stouraz, sem contar os trabalhos que já vinham acontecendo: Núcleo do Corpo do Ator, Estudos Literários, Núcleo de Dramaturgia e os ensaios abertos do espetáculo Terror e Miséria no Novo Mundo -  Parte I: Estação Paraíso e finalmente, os dois meses de temporada do espetáculo.</p>
<p>Mesmo com a peça em cartaz, o trabalho continua. O Núcleo do Corpo do Ator foca-se exclusivamente nas cenas coreografadas, buscando dos quatorze atores movimentos limpos e precisos e por uma unidade. Nos Estudos Literários, discute-se o que a cena pronta quer dizer. O Núcleo de Dramaturgia traz resultados no texto que é uma criação coletiva.</p>
<p><span id="more-938"></span></p>
<p>Houve mais “Diálogos Antropofágicos” com Paulo Arantes e Chico de Oliveira, onde mostramos cenas da peça e em cima delas, discutimos o que seria passado e o que faltava no ponto de vista social. Muita coisa foi dita, muita coisa entendida outras nem tanto. Pergunto-me será que realmente todos que assistirem “Estação Paraíso” sabem do que estamos falando? Será que as pessoas realmente conhecem a história do país?</p>
<p>Estas perguntas ficaram na minha cabeça com o que eles falaram e o que vi nos depoimentos no metrô, realizados nas estações Barra Funda e Liberdade. Muitas das pessoas abordadas não sabiam quem são algumas personalidades históricas como Pedro Álvarez Cabral, Tiradentes ou Zumbi. E na pergunta “Mas afinal o que é a liberdade?” percebo que a liberdade é conceituada de maneira diferente pelos entrevistados, alguns se acham livres outros não&#8230;</p>
<p>Houve também o compartilhamento de pesquisa com o Grupo Stouraz. Foi muito importante saber o eles pensam e quais são os pontos em comum com o nosso trabalho.</p>
<p>A maior novidade e talvez mais polêmica, foram as Leituras Dramáticas dos textos A morte do compadre  e o Quem pariu a liberdade ou um experimento sartriano e os Grumetes. Acredito que isto tenha sido o maior compartilhamento de pesquisa, pois em A morte do compadre, o texto é da Trupe Pau a Pique e foi dirigido pela diretora do Grupo Stouraz, com atores da Cia. Antropofágica e do Grupo Stouraz. Em Quem pariu a liberdade ou um experimento sartriano, o texto é do Grupo Stouraz e foi dirigido pela Trupe Pau a Pique, com atores da Trupe e da Cia. Antropofágica. Em os Grumetes, o texto é de Franz Keppler, dramaturgo convidado, com atores convidados e atores da Cia. Antropofágica, dirigido por Thiago Reis Vasconcelos. Sem dúvida, o resultado dessas leituras resultaram grandes provocações.</p>
<p>Um dos pontos mais importantes foram os ensaios abertos, que foram de fundamental importância para o trabalho, afinal, sendo uma criação coletiva, precisamos saber das pessoas que não estão envolvidas no projeto se estamos sendo claros no que estamos passando. Por isso, fizemos inúmeros ensaios abertos de “Estação Paraíso”.</p>
<p>Na reta final, trabalhamos um mês e meio com ensaios específicos para o espetáculo todos os dias da semana.</p>
<p>Depois de tanto trabalho, finalmente a estréia em 24 de Julho do espetáculo Terror e Miséria no Novo Mundo &#8211; Parte I: Estação Paraíso, com o propósito de ficar dois meses em cartaz de sexta à domingo, a preços populares.</p>
<p>Nosso objetivo: formar público para o teatro. Creio que este objetivo foi alcançado pelo número de pessoas que assistiram, desde alunos do ensino médio até pessoas de “notório saber”.</p>
<p>Com isso chegamos ao final deste etapa do projeto atingindo todos os nossos objetivos. Isso sem dizer no que aprendemos ao longo deste tempo antropofagizando diversas pessoas e novos temas, sempre buscando desconstruir o passado para renovar o futuro em uma nova maneira de se fazer teatro e fazer com que o público tenha acesso a cultura.</p>
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		<title>Relatório de Atividades &#8211; Núcleo de Música</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 20:53:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acompanhe o fomento]]></category>
		<category><![CDATA[fomento]]></category>

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		<description><![CDATA[O núcleo de música juntamente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-935" title="imagem21" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/09/imagem21-300x199.png" alt="imagem21" width="300" height="199" />O núcleo de música juntamente com o Núcleo PY estreou o Espetáculo Zumbi or not Zumby no dia 09 de Abril. A trilha do espetáculo foi baseada em releitura das canções originais, e a performance ao vivo foi realizada pelos músicos Bruno Miotto, Bruno Mota e o diretor musical Lucas Vasconcelos. O espetáculo ficou em cartaz durante dois meses, sendo que ocorreram apresentações no Espaço Cultural Pyndorama, e na EMEF Cel. Mário Rangel.</p>
<p>Dentro desse contexto recebemos a visita de músico/historiador dramaturgo Romário Borelli, que participou da montagem do espetáculo Arena Conta Zumbi, do Arena. Nesse encontro apresentamos trechos do espetáculo, que foram seguidos por um debate entre o grupo, o músico e o público presente.</p>
<p>Contamos nessa terceira etapa com mais dois encontros com as preparadoras vocais Gabriela Vasconcelos que já havia nos auxiliado anteriormente, e Elaine Guimarães que realizou uma oficina de voz.</p>
<p><span id="more-934"></span></p>
<p>O grupo antes de suas primeiras apresentações contou com o trabalho do técnico de som Vitor Inglez, que organizou e adequou toda a parte técnica sonora e acústica envolvida na montagem do espetáculo Terror e Miséria no Novo Mundo – Parte I: Estação Paraíso.</p>
<p>O núcleo de música realizou compartilhamento de pesquisa com o grupo Stouraz, aonde foram propostas dinâmicas do grupo, acompanhadas por um “repertório de improvisação” baseada na leitura cênica do núcleo de música. Estabelecemos também um trabalho unificado entre o núcleo de música com o núcleo de estudos do corpo do ator, conduzido pelo mímico e preparador corporal Victor de Seixas. Nesses encontros foram trabalhadas as necessidades musico-corporais dos atores partindo das cenas previamente construídas. O núcleo de música também iniciou uma pesquisa musical para leitura dramática do texto Grumetes, parceria do autor Franz Keppler e a Cia. Antropofágica, onde foi executado um repertório modal baseado no estudo de compositores do século XVI durante a Ciclo de Leituras Dramáticas.</p>
<p>Na etapa de finalização dos arranjos apontou-se a necessidade de uma complementação instrumental do repertório executado, mediante a essa necessidade, o núcleo de música convidou o clarinetista Frederico César à execução de tal repertório, ganhando uma riqueza timbrística e uma maior amplitude melódica.</p>
<p>Em julho o núcleo de música se reuniu para realizar as gravações das músicas compostas ao longo do processo. O resultado da gravação pode ser conferido em CD mandado em anexo. O CD apresenta a trilha original da peça e foi gravado sob a supervisão técnica de Vitor Inglez.</p>
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		<title>Relatório de Atividades por Flávia Ulhôa &#8211; Atriz Convidada</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 20:49:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acompanhe o fomento]]></category>
		<category><![CDATA[fomento]]></category>

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		<description><![CDATA[E assim seguimos nosso caminho,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-932" title="ciaantropofagica_154" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/09/ciaantropofagica_154-300x200.jpg" alt="ciaantropofagica_154" width="300" height="200" />E assim seguimos nosso caminho, por estas rotas cheias de surpresas e descobertas. Topamos com Zumby. Primeiramente em Pyndorama, e tamanha era a força, que invadiu as escolas. Ah, as escolas! Os Alunos, professores e quem mais por aquele pátio estivesse, estarrecidos, curiosos, tímidos, com olhos devoradores. Ao final, aplausos e logo em seguida, o debate, um bate-papo, ali mesmo, no pátio, onde todas as curiosidades foram sendo expostas e, pouco a pouco, as mais belas e sensíveis impressões sendo reveladas.</p>
<p>O caminho era longo, estrada de terra, e o primeiro portão. Um muro alto, muito alto que se findava com uma espécie de caracol de arame farpado. Atravessemos o muro, mais portões. Documentos deixados, e a revista foi feita. Demos mais alguns passos, e mais portões. Ali alguns funcionários aguardavam ansiosos. Era Zumby na Fundação Casa. Passados mais portões e encontramos os meninos, curiosos, atentos e prontos para nos receber. E mais uma vez o debate foi feito. A liberdade discutida e muito bem compreendida. Junto vieram as histórias, o caderno de poesias, o livro sendo escrito, os sonhos e planos. Saímos de lá deixando muito de nós e levando muito mais.</p>
<p><span id="more-931"></span></p>
<p>Em Pyndorama, os trabalhos não pararam. Lá estávamos separando cabeça, pescoço, peito, cintura, quadril, segurando umbigo, abrindo escápulas e suando com os sábados corporais. Desenvolvendo um trabalho de corpo com toda a alma. E aos domingos éramos abastecidos com discussões, debates, reflexões e descontração.</p>
<p>Surge então o convite para uma troca com o grupo GTP (Grupo de Teatro da Poli). Eles eram muitos. Foi uma batalha incrível, com muita força, coragem, suor, debaixo de tanto sol, e no fim, um gigantesco abraço. E mais uma vez voltamos digerindo o que havíamos devorado.</p>
<p>Precisávamos devorar mais, então fizemos mais ensaios abertos. A partir deles, trabalhávamos e trabalhávamos. Foram dias, noites, madrugadas e mais madrugadas intermináveis. O cansaço era inevitável. Íamos dormir e no sonho estávamos lá, ensaiando e descobrindo mais.</p>
<p>Chico de Oliveira e Paulo Arantes chegam para mais um “Diálogos Antropofágicos”, e desta vez com as cenas do processo, para discussão. Precisávamos digerir. Digerimos e coisas novas apareceram nos ensaios.</p>
<p>Tivemos o compartilhamento com o grupo convidado Stouraz. Pipocas estouraram e junto algumas de nossas amarras.</p>
<p>Fomos mais uma vez ao metrô. O que é a liberdade? Você é livre? Encontramos as mais diferentes respostas, mas a dúvida ainda permanecia.</p>
<p>Pyndorama transformado num grande Ateliê. Costuras, tecidos, agulhas, fitas, lantejoulas, cola-quente, grandes idéias, muito capricho, muitas mãos e um fabuloso resultado.</p>
<p>Chegou, então o grande momento. Nervosismo, tensão e muito frio na barriga, a cada fim de semana. E a cada fim de semana o público toma a decisão: Quem deve ocupar a instituição? E se pergunta: o que é liberdade? Eu sou livre? Está ali, em cada cena, a barbárie exposta!</p>
<p>E por fim, o grito de quem não se cala!</p>
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