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Páginas com a tag ‘fomento’

29
set

Relatório de Atividades por Danilo Santos – Ator Convidado

imagem11Visceral! Talvez a melhor palavra que denomine da forma com que trabalhamos nesses últimos meses até a estréia.

Uma pesquisa de tempo, espaço e entendimento de nós mesmos e do lugar onde vivemos que dura há muito mais do que podia, eu como ator convidado completando 2 anos e meio na companhia, percebi ao passear por parte história do grupo os muito mais de sete anos que no renderam esse biscoito fino.

E nesse tempo em que estive de fato e fisicamente presente o trabalho sentia que o mesmo intensificava a medida que  nos aproximávamos da “deadline”. Foram horas, dias de trabalho sem parar. Eram colocadas em xeque nossa resistência, amor, equilíbrio e o “por que” de estarmos ali. Mas conforme trabalhávamos ficava mais evidente a nossa força, e todo o cansaço e possibilidade de fraquejar desapareciam com a ascensão cada vez mais evidentes de nosso super-objetivo que é a liberdade.

Espetáculo em cartaz, e o processo continua, talvez ainda mais intenso do que antes.

29
set

Relatório de Atividades por Daniela Leite – Núcleo PY

dsc044741Trabalha, trabalha, trabalha irmão
Trabalha, trabalha de coração.

Com muito trabalho e dedicação, concluímos Zumbi or not Zumby.

Depois de alguns ensaios abertos e antes da estréia oficial, compartilhamos e experimentamos a sala de aula. Sim… adentramos a escola estadual, afastamos as carteiras, fizemos a roda com as cadeiras e deu-se nossa arena. E foi assim que levamos Zumbi or not Zumby para o território escolar.

Trocamos experiências, conhecimento, renovamos nossa energia e nos preparamos para a estréia. Casa cheia, frio na barriga, medo de errar… mas não o suficiente para nos congelar.

Cantamos, encenamos, jogamos com o público e lá se passaram dois meses: todas as quintas de Abril e Maio.

Mas não terminou por aí.

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29
set

Relatório de Atividades por Renata Adrianna – Núcleo PY

dsc045801O espetáculo começa:

Silêncio.

Uma pequena luz indica ao público um lugar para sentar-se, vai surgindo um azul para avisar a todos, quem somos, mas este pára, escuta-se apenas um canto: Evoé.

A dança aquece Nossos corpos. Nossa Senhora dos Cordões.

Chegamos e chegamos para dizer que somos personagens perdidos num teatro.

Estamos agora De cara com o público…
… de cara com a Polícia…
… de cara com Ministro…
… de cara com nós mesmos…
… de cara com nossas utopias…
… dê cara para bater…

Resistimos. Resistimos. Resistimos.

É preciso repetir para si
Resistir, Repetir, Resistir, Resistir, Resistir, Repetir, Resistir…
… Para seguir, avançar.

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29
set

Relatório de Atividades por Thiago Calixto – Núcleo PY

imagem3No prosseguimento das impressões-respostas da mudança ambiental proporcionada ao indivíduo e ao coletivo teatral pelo decorrer do projeto, em que sujeito-objeto cresce, diminui, movimenta assim como ao redor se transforma na dialética entre o sofrimento do parto e a felicidade do ato que não é possível mensurar.

Desde o último relatório, as descrições do convite ATP ao eu sujeito ator, muita coisa mudou entre o passado e o crescente presente, dos feitos e atividades que desafiam humanos no coletivo a lidar com a demo-ácracia na luta paradoxal da via negativa contra a mais valia, e o constante exercício tolerante entendendo a função resultante do trabalho ao espec-ator e do espec-ator ao ator vindo a surgir a consciente dor e do sangue a ser estancado após o fator constatado do espancado.

Maravilhosas atividades foram realizadas com grupos parceiros que muito contribuíram para esse trabalho árduo e verdadeiramente coletivo, desde o preparador camarada Victor de Seixas, dos companheiros músicos até um dia intenso com o Grupo Stouraz, além de amigos e profissionais que assistiram os ensaios abertos e nos brindaram com possibilidades infindáveis.

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29
set

Relatório de Atividades por Gilberto Alves – Núcleo PY

imagem2Da criação à reprodução criativa.

Depois de meses em cartaz, a última fase deste longo processo, depois de termos criado a dramaturgia, os corpos, as vozes, as encenações e os jogos, tem sido de reproduzir o espetáculo criado. Não é, no entanto, mera reprodução, como se fossemos máquinas de uma fábrica da indústria cultural, somos homens e nosso trabalho não é mercadoria, somos criativos, inclusive no ato da reprodução.

A cada dia descobrimos um novo espetáculo. O público garante que o ambiente de interação e encontro, sem os quais o teatro não se faz, seja diferente a cada dia. Este processo dialógico nos apresenta novas contradições: o público “ruim”, que ora parece não entender (aceitar) nossas críticas, ironias e visões sobre a história, nos ensina a (re)fazer a peça de maneira mais clara, objetiva e faz brotar energia de onde menos esperamos e nos surpreendemos do ruim ao bom; o público “bom”, formado geralmente de pessoas mais parecidas conosco, que parece entender cada frase proposta é por vezes ainda mais impiedoso, e nos ensina a ir além das expectativas e tocar nos pontos mais importantes da maneira mais incisiva possível. Ambos têm sido muito generosos o que nos dá muito prazer em construir cada apresentação com as modificações propostas pelos “bons/ruins” e os “ruins/bons” quebrando paredes e preconceitos acerca da receptividade de nosso trabalho.

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29
set

Relatório de Atividades por Valter Paulini – Núcleo PY

ciaantropofagica_096“Evoé nossa senhora dos cordões” é assim que começa o espetáculo, e foi desta maneira que eu escolhi fazer esse breve relato de tudo o que foi o processo inicialmente chamado por todos de “Brasil Colônia” e que estreou no dia 24 de julho com o nome Terror e Miséria no Novo Mundo – Parte I: Estação Paraíso.

“Senhoras, senhores, eu sou um pedaço de personagem perdido no teatro. Sou a moral. Antigamente a moralidade aparecia no fim das fábulas. Hoje ela precisa se destacar no princípio, a fim de que a polícia garanta o espetáculo. Permanecerei fiel aos meus propósitos até o fim da peça. E solidário com a vossa compreensão de classe.”

Foram muitas as madrugadas que passamos acordados e que quase quando o dia já estava amanhecendo surgia uma nova cena, às vezes apenas o rascunho daquilo que após várias outras madrugadas seria uma cena, ou não!

“Somos bárbaros tecnizados no grande blog da mandioca, a raça pura é o delírio de uma Europa nazista destruída em nossas terras pela existência de um povo mestiço. Nunca fomos catequizados fizemos foi o carnaval”.

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29
set

Relatório de Atividades por Fernanda Pires – Núcleo PY

dsc00997E chega o momento tão esperado. Zumbi or not Zumby.

Mas antes da estréia, ensaios abertos e muito treino.

Em março começamos nossas apresentações. Apresentar em uma escola do ensino público foi um desafio: sol, calor, chuva, barulho, questionamentos, medos, muito esforço e boa vontade. Tudo isso marcou as nossas apresentações para os alunos da sétima série e do ensino médio da escola Almirante Marques de Tamandaré.

Mas isso não nos impediu de fazer a pergunta que tanto nos inquieta: você se sente livre? O que é a liberdade? As respostas são as mais variadas, levando em consideração a peça densa e complexa que os alunos acabavam de assistir.

Em abril, entramos em cartaz com apresentações de quinta-feira até o mês de maio.
Aprendemos muito. Experiências diversas, boas, ruins, mas todas nos trouxeram o aprendizado.

Mesmo com a temporada de Zumbi or not Zumby encerrada, a relação Núcleo PY e Núcleo ATP aumentou. Encerrar a temporada, não significou o término da colaboração e aprendizado. Participar dos ensaios abertos aumentou cada vez mais a aproximação do “todo”, o que ajudou não só para o crescimento artístico, mas também pessoal.

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21
set

Leitura Dramática: Os Grumetes

500anos31Duas crianças são vendidas por seus pais para a frota de Cabral, mas eles descobrem o verdadeiro plano envolvendo o descobrimento do Brasil e são abandonados numa ilha deserta. Você quer saber o que acontece com esses dois grumetes?

A Cia. Antropofágica convida a todos para assistirem hoje, dia 21 de setembro às 21h, a leitura dramática de “Os Grumetes”. O texto é de Franz Keppler, direção e coordenação de Thiago Reis Vasconcelos com Vinícius Cruz, Rafael Graciole e Fabi Ribeiro, dia 21/09 às 21h.

A leitura dramática faz parte do projeto Liberdade em Pindorama, contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

Espaço Cultural Pyndorama
Rua Turiaçu, 481 – Perdizes (próximo ao metrô Barra Funda)
Telefone 11 3871-0373
Estacionamento conveniado no local: R$ 8,00

21
set

Terror e Miséria no Novo Mundo – Parte I: Estação Paraíso.

filipeta_emailVocê ainda não viu o espetáculo da Cia. Antropofágica? Então corra que ainda dá tempo, porque a temporada termina dia 27 de setembro. Isso mesmo… é a última semana em cartaz.

Terror e Miséria no Novo Mundo – Parte I: Estação Paraíso, do projeto Liberdade em Pindorama, é o sétimo espetáculo da Cia. Antropofágica, contemplado pela Lei Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

Temporada: 24 de julho a 27 de setembro
Apresentações: Sexta, 21h, sábado, 20h e domingo, 19h.
Espaço Cultural Pyndorama – 40 lugares

Rua Turiaçu, 481 – Perdizes (próximo ao metrô Barra Funda)
Telefone 11 3871-0373
Estacionamento conveniado no local: R$ 8,00

Duração: 110 minutos.
Recomendação etária: 16 anos
Ingressos: R$ 5,00 (preço único somente às sextas), R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) aos sábados e domingos.

20
jul

Cia. Antropofágica estréia Terror e Miséria no Novo Mundo Parte I: Estação Paraíso

ciaa3-1A Cia. Antropofágica estréia na próxima sexta, dia 24 de julho, o espetáculo Terror e Miséria no Novo Mundo Parte I: Estação Paraíso, fruto de 9 meses de pesquisas e experimentações.

O espetáculo resgata comportamentos, emoções e relações de poder na época do Brasil Colonial, fazendo um paralelo com o momento atual do País e tem uma trilha sonora original e eclética, que reúne maracatu, tango e erudito ao vivo. A direção musical é de Lucas Vasconcelos.

Os 14 atores representam personagens ficcionais inspirados em seus estudos sobre momentos do Brasil Colônia e reais, como Bispo Sardinha, Joaquim Silvério dos Reis (um dos delatores dos inconfidentes mineiros) e Tiradentes, até hoje, em narrativa não linear. O processo de criação coletiva é uma das características da companhia, que tem na obra de Oswald de Andrade e no surrealismo suas influências.

Há sete anos, em seu trabalho, o grupo analisa aspectos sociológicos do período entre a chegada dos primeiros portugueses em 1500 e a independência do País, em 1822, e suas influências na sociedade brasileira atual. O resultado pode ser visto nesta dramaturgia, uma espécie de colagem de textos baseados na pesquisa e improvisados pelos intérpretes, em processo iniciado em outubro de 2008.

“Fragmentos do cenário brasileiro nos séculos, 16, 20 e 21, como a política de cota nas universidades públicas e a exploração da mão-de-obra agrária, compõem o roteiro da primeira parte da trilogia Liberdade em Pindorama, onde cada cena vale por si mesma”, define o diretor Thiago Reis Vasconcelos. Episódios da história nacional, desde o Descobrimento até hoje, são matéria-prima do conjunto das três obras.

Sétimo espetáculo da Cia. Antropofágica, Terror e Miséria no Novo Mundo Parte 1: Estação Paraíso, do projeto Liberdade em Pindorama, é contemplado pela Lei Municipal de Fomento ao Teatro para Cidade de São Paulo.

Temporada: 24 de julho a 27 de setembro
Apresentações: Sexta, 21h, sábado, 20h, e domingo, 19h.

Espaço Cultural Pyndorama – 40 lugares
Rua Turiaçu, 481 – Perdizes (próximo ao metrô Barra Funda)
Telefone 11 3871-0373

Estacionamento conveniado no local: R$ 8,00

Duração: 110 minutos.
Recomendação etária: 16 anos
Ingressos: R$ 5,00 (preço único somente às sextas), R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) aos sábados e domingos.

Confira a Ficha Técnica

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