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	<title>pyndorama.com &#187; Projeto Y</title>
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	<description>Site da Cia. Antropofágica e do Espaço Cultural Pyndorama</description>
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		<title>Cia. Antropofágica e Projeto Y homenageiam Augusto Boal</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 18:53:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Arena Conta Tiradentes]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Boal]]></category>
		<category><![CDATA[Cia. Antropofágica]]></category>
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		<category><![CDATA[Teatro do Oprimido]]></category>
		<category><![CDATA[Zumbi or not Zumby]]></category>

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		<description><![CDATA[Na próxima quinta-feira, dia 07]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-765" title="augusto-boal" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/05/augusto-boal-300x206.jpg" alt="augusto-boal" width="300" height="206" />Na próxima quinta-feira, dia 07 de maio às 21h, a Cia. Antropofágica e o Projeto Y homenageiam Augusto Boal com a apresentação de<strong> Zumbi or not Zumby</strong>, adaptação do texto Arena Conta Zumbi e com um trecho do texto Arena Conta Tiradentes.</p>
<p>Aos 78 anos, Boal faleceu na madrugada de 02/05 de insuficiência respiratória.</p>
<p>Fundador do Teatro do Oprimido, diretor, ensaísta, dramaturgo e embaixador mundial do teatro, Boal deixa grandes textos e muitas saudades.</p>
<p>Leia abaixo o discurso de Augusto Boal sobre o dia mundial do teatro.</p>
<p><span id="more-762"></span>&#8220;Todas as sociedades humanas são espetaculares no seu cotidiano, e produzem espetáculos em momentos especiais. São espetaculares como forma de organização social, e produzem espetáculos como este que vocês vieram ver.</p>
<p>Mesmo quando inconscientes, as relações humanas são estruturadas em forma teatral: o uso do espaço, a linguagem do corpo, a escolha das palavras e a modulação das vozes, o confronto de ideias e paixões, tudo que fazemos no palco fazemos sempre em nossas vidas: nós somos teatro!</p>
<p>Não só casamentos e funerais são espetáculos, mas também os rituais cotidianos que, por sua familiaridade, não nos chegam à consciência. Não só pompas, mas também o café da manhã e os bons-dias, tímidos namoros e grandes conflitos passionais, uma sessão do Senado ou uma reunião diplomática &#8211;tudo é teatro.</p>
<p>Uma das principais funções da nossa arte é tornar conscientes esses espetáculos da vida diária onde os atores são os próprios espectadores, o palco é a plateia e a plateia, palco. Somos todos artistas: fazendo teatro, aprendemos a ver aquilo que nos salta aos olhos, mas que somos incapazes de ver tão habituados estamos apenas a olhar. O que nos é familiar torna-se invisível: fazer teatro, ao contrário, ilumina o palco da nossa vida cotidiana.</p>
<p>Em setembro do ano passado fomos surpreendidos por uma revelação teatral: nós, que pensávamos viver em um mundo seguro apesar das guerras, genocídios, hecatombes e torturas que aconteciam, sim, mas longe de nós em países distantes e selvagens, nós vivíamos seguros com nosso dinheiro guardado em um banco respeitável ou nas mãos de um honesto corretor da Bolsa &#8211;nós fomos informados de que esse dinheiro não existia, era virtual, feia ficção de alguns economistas que não eram ficção, nem eram seguros, nem respeitáveis. Tudo não passava de mau teatro com triste enredo, onde poucos ganhavam muito e muitos perdiam tudo. Políticos dos países ricos fecharam-se em reuniões secretas e de lá saíram com soluções mágicas. Nós, vítimas de suas decisões, continuamos espectadores sentados na última fila das galerias.</p>
<p>Vinte anos atrás, eu dirigi Fedra de Racine, no Rio de Janeiro. O cenário era pobre; no chão, peles de vaca; em volta, bambus. Antes de começar o espetáculo, eu dizia aos meus atores: &#8211; &#8216;Agora acabou a ficção que fazemos no dia-a-dia. Quando cruzarem esses bambus, lá no palco, nenhum de vocês tem o direito de mentir. Teatro é a Verdade Escondida&#8217;.</p>
<p>Vendo o mundo além das aparências, vemos opressores e oprimidos em todas as sociedades, etnias, gêneros, classes e castas, vemos o mundo injusto e cruel. Temos a obrigação de inventar outro mundo porque sabemos que outro mundo é possível. Mas cabe a nós construí-lo com nossas mãos entrando em cena, no palco e na vida.</p>
<p>Assistam ao espetáculo que vai começar; depois, em suas casas com seus amigos, façam suas peças vocês mesmos e vejam o que jamais puderam ver: aquilo que salta aos olhos. Teatro não pode ser apenas um evento &#8211;é forma de vida!</p>
<p>Atores somos todos nós, e cidadão não é aquele que vive em sociedade: é aquele que a transforma!&#8221;</p>
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		<title>Zumbi or not Zumby estréia no Pyndorama</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 04:59:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Boal]]></category>
		<category><![CDATA[espetáculo gratuito]]></category>
		<category><![CDATA[Gianfrancesco Guarnieri]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Y]]></category>
		<category><![CDATA[PY]]></category>
		<category><![CDATA[thiago reis vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[Zumbi or not Zumby]]></category>

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		<description><![CDATA[Estréia HOJE no Pyndorama Zumbi]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-750" title="teatro3" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/04/teatro3-212x300.jpg" alt="teatro3" width="212" height="300" />Estréia HOJE no Pyndorama <strong>Zumbi or not Zumby</strong>, uma adaptação do texto &#8220;Arena Conta Zumbi&#8221; de Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri, com direção de Thiago Reis Vasconcelos.</p>
<p>Tendo o tema da escravidão no Brasil e a história de Zumbi dos Palmares como base, os atores do Projeto Y da Cia. Antropofágica narram neste musical uma história muito maior &#8211; a de todos os que já lutaram e lutam por liberdade.</p>
<p><strong>Entrada gratuita</strong><strong><br />
Temporada: 09 de abril à 28 de maio<br />
Todas as quintas às 21h</strong><strong>Lotação 30 lugares<br />
Ligue e reserve o seu ingresso: (011) 3871-0373 </strong></p>
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		<title>Pindorama em Revista debate Escravidão no Brasil, com Ensaio Aberto</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 20:22:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[arena conta zumbi]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio aberto]]></category>
		<category><![CDATA[fomento]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Y]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo domingo, dia 15]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-470" title="castigo3" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/02/castigo3-300x195.jpg" alt="castigo3" width="300" height="195" />No próximo domingo, dia 15 de fevereiro, a Cia. Antropofágica convida a todos para a roda de devoração Pindorama em Revista, cujo tema será a <strong>Escravidão no Brasil</strong>. Este é um fórum permanente de estudo aberto ao público, que acontece quinzenalmente aos domingos, às 10h.</p>
<p>No mesmo dia às 15h, como parte do tema debatido no Pindorama em Revista, haverá um <strong>ensaio aberto</strong> do Projeto Y, grupo de formação da Cia. Antropofágica, que improvisa o texto <strong>Arena Conta Zumbi</strong>.</p>
<p>O encontro e o ensaio aberto fazem parte do projeto Liberdade em Pindorama, contemplado pela Lei Municipal de Fomento para a Cidade de São Paulo.</p>
<p>Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone 11 3871-0373.</p>
<h4><strong>Entrada: gratuita</strong></h4>
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