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	<title>pyndorama.com &#187; pyndorama</title>
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	<description>Site da Cia. Antropofágica e do Espaço Cultural Pyndorama</description>
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		<title>Terror e Miséria no Novo Mundo reestréia no Pyndorama</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 18:59:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[Cia. Antropofágica]]></category>
		<category><![CDATA[pyndorama]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você ainda não viu,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1017" title="terror_foto" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2010/04/terror_foto-300x199.jpg" alt="terror_foto" width="300" height="199" />Se você ainda não viu, veja! Se você já viu, essa é uma ótima oportunidade para rever.</p>
<p>A Cia. Antropofágica reestreia Terror e Miséria no Novo Mundo &#8211; Parte I: Estação Paraíso no Pyndorama, que fica na Rua Turiaçu, 481 &#8211; Perdizes.</p>
<p><strong>De 19 de março a 28 de maio, sextas, às 21h.<br />
Estacionamento conveniado no local: R$ 8,00<br />
Indicado para maiores de 16 anos<br />
Reservas e informações: 11 3871-0373<br />
Ingressos: R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia</strong></p>
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		<title>Pyndorama abre as portas para o novo som da música brasileira</title>
		<link>http://pyndorama.com/2009/09/pyndorama-abre-as-portas-para-o-novo-som-da-musica-brasileira/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 21:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Beto Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[George Domingos]]></category>
		<category><![CDATA[José Ivanilson]]></category>
		<category><![CDATA[pyndorama]]></category>
		<category><![CDATA[Skyno]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 03 de outubro, próximo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-966" title="flyer-show" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2009/09/flyer-show-206x300.jpg" alt="flyer-show" width="206" height="300" />Dia 03 de outubro, próximo sábado, o Pyndorama abre as portas para receber o novo som da música brasileira.</p>
<p>&#8220;Os tempos são cíclicos como as estações e eras. Chega a hora de ressaltar a importância da forma que resulta do encontro entre Poesia e Música.&#8221;</p>
<p>O grupo formado por José Ivanilson, Beto Vasconcelos, Skyno e George Domingos tem uma proposta desafiadora, poética e musical, que você não pode deixar de conferir.</p>
<p><strong>Espaço Cultural Pyndorama<br />
Rua Turiassú, 481 &#8211; Perdizes (próximo ao metrô Barra Funda e ao Parque da Água Branca)<br />
Telefone 11 3871-0373<br />
</strong></p>
<p><strong>Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)<br />
</strong></p>
<p><strong>Estacionamento conveniado no local.</strong></p>
<p>Confira o artigo de José Ivanilson Leia Mais.</p>
<p><span id="more-965"></span></p>
<p>MUSAS CAPRICHOSAS</p>
<p>A Música e a Poesia são Musas caprichosas. Cada uma quer para si a primazia na relação. Na cabeça do compositor popular elas travam suas disputas. Ora uma ora outra prepondera, rouba cena.</p>
<p>A Música enquanto linguagem exige estudo, pesquisa, técnica, desenvolvimento histórico e, isoladamente, tende à erudição, ao instrumental, seja em gêneros populares seja nas formas consagradas eruditas.</p>
<p>A Poesia, afora as formas também clássicas literárias tradicionais, é uma linguagem corrente na comunicação, melhor decodificada racionalmente por todos, portanto, exerce tendências hegemônicas totalitárias.</p>
<p>Quando se combinam em equilíbrio, ambas conservam seus valores e sua expressividade artística, satisfazendo suas necessidades estéticas, constituindo-se assim uma obra integrada, com características próprias da compatibilidade no casamento das musas caprichosas.</p>
<p>Quando a Música predomina, prescinde da Poesia e se torna culta, instrumental, pode também comunicar a sua maneira, mensagens aos sentidos, estímulos etéreos, minas de prazer, contemplações abstratas, luz à imaginação, lampejos à alma, néctares divinos, fogos sagrados, mantras rituais.</p>
<p>Entretanto, a Musa Música pode se tornar distante etérea, incompreensível, inacessível, elitizada.</p>
<p>Entrementes, a Musa Poesia solitária cumpre a sua função comunicativa culta ou vulgar e corre o risco de se tornar efêmera.</p>
<p>Casadas, a Música fornece a forma, a Poesia o conteúdo. Fonema melódico, mensagem harmonizada com precisão, a Música Canção libera um rebento que ocupa lugar no espaço com afirmação. Um corpo preciso que cresce aparece e permanece. Eis o grande desafio do compositor.</p>
<p>Em alguns períodos da Música Popular esse desafio foi aceito e contemplado com belos temas que se tornaram Standards, modelos formais de estruturação e de integração dos discursos poético-musicais, atendendo às exigências de ambas as Musas Caprichosas.</p>
<p>Depois elas se dissociaram completamente, mantendo convivências triviais, servindo a outros valores que não os seus próprios princípios originais e essenciais, o efêmero sendo descartável.</p>
<p>Como os tempos são cíclicos tais quais estações e eras, chega a hora de novamente promover o casamento perfeito entre as Musas Caprichosas, estandardizando as canções, cultivando a Música e a Poesia com igual cuidado e zelo. É o desafio do compositor. Vamos aceitá-lo?</p>
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		<title>Registro dos &#8220;Diálogos Antropofágicos&#8221;</title>
		<link>http://pyndorama.com/2008/12/registro-dos-dialogos-antropofagicos/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 13:11:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Chico de Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Cia. Antropofágica]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Antropofágicos]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade em Pindorama]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Arantes]]></category>
		<category><![CDATA[pyndorama]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro encontro de devoração]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2008/12/image0021.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-250" title="image0021" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2008/12/image0021-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>O primeiro <a href="http://br.youtube.com/watch?v=4OU7zUl8t-E">encontro</a> de devoração aberto ao público – parte integrante do Projeto de Fomento da Cia. Antropofágica – realizado no dia 08 de dezembro de 454 (ano de deglutição do Bispo Sardinha), aconteceu trazendo inovações no formato e na estrutura de encontros envolvendo explanações de idéias.</p>
<p>A primeira delas foi o tema extremamente amplo “Liberdade em Pindorama” (quase um anti-tema, uma maneira de fazer com que o convidado se livre – um pouco – do preparo prévio que um tema fechado propicia), o que imprimiu um caráter mais informal ao diálogo, mas não menos caloroso e controverso.</p>
<p>A segunda inovação (que não chegou a ocorrer, talvez devido ao teor das colocações e aos discursos inflamados) seria o rompimento com a idéia de palestra ou mesa-redonda, ou seja, o que se almejava era que os diálogos pudessem tirar a aura que envolve a retórica dos convidados e promovesse a socialização entre os demais envolvidos no processo, o que acarretaria em uma “dessacralização” do mesmo.</p>
<p><span id="more-207"></span></p>
<p>No cardápio, o prato principal eram o sociólogo Chico de Oliveira e o filósofo Paulo Arantes ambos professores aposentados da USP, acompanhados de frutas pindoranenses e, claro, regados a vinho. Abrindo o encontro, um repente comunista proferido pelas atrizes Renata Adrianna e Martha Guijarro, uma homenagem-rito, um canto-dança antropofágico que precedeu a devoração.</p>
<p>O primeiro a explanar idéias, conceitos, críticas e a iniciar a roda de diálogo foi Chico de Oliveira; frisando que o tema amplo fornecido se estendia desde “o padre Anchieta ao pai-Lula”, discorreu sobre o Brasil-colônia, primeiramente apontando que a expressão é um termo de historiadores (Caio Prado Júnior). Pontuou que o modelo de Gilberto Freyre (casa-grande e senzala) só pode ser utilizado para descrever alguns latifúndios mais centrais e ricos do período colonial, ao passo que a maioria dos latifundiários desempenhavam funções diversas.</p>
<p>Fundamentada num poderio escravocrata (mercantilismo) e não na propriedade e posse de terras, a concentração de poderes na metrópole impediu que aqui ocorresse uma colonização liberal como a norte-americana segundo Chico. Ele também ressaltou que algumas leituras anacrônicas de historiadores equivocam-se ao traçar o panorama colonial brasileiro sob um viés de “frente para trás”.</p>
<p>Chico também falou sobre o manifesto comunista, salientando que Marx e Engels poderiam ter elaborado uma teoria da “periferia” (ou das periferias) do sistema capitalista, mas não o fizeram, o que implicou em uma teoria que não deu conta, nem previu o processo de globalização ou mundialização, segundo o sociólogo. Realizando duras críticas ao marxismo, Chico chamou atenção para as fontes de pesquisa de Marx e Engels (museu britânico e, consequentemente, história dominante; ciência política francesa; filosofia alemã; movimento dos trabalhadores) que apostaram numa política social fundamentada numa classe que não tinha nada a perder a não ser os seus “grilhões”.</p>
<p>Já Paulo Arantes começou falando sobre qual seria o panorama para o (im)possível estabelecimento da liberdade em Pindorama. Traçando analogia com o carnaval (o convidado falou que o tema do diálogo muito se assemelhava com o de um samba-enredo e que ele faria as vezes de repórter descrevendo um fato ocorrido), narrou o que acontecera num tribunal não-fictício do qual fora jurado, um tribunal popular, cujo réu – o Estado brasileiro – fora julgado pelos crimes cometidos por seus agentes (crimes e violência institucionais).</p>
<p>Convocado por instituições e diferentes organizações foi semelhante ao Tribunal Tiradentes, ocorrido no Teatro Municipal em 1981, que discutiu e julgou a Lei de Segurança Nacional. Já o tribunal do qual o professor participou julgou os seguintes crimes: a ocupação do complexo do alemão pela polícia; a violência no Estado da Bahia, nos presídios baianos, denunciada por movimentos organizados de hip-hop e movimento negro; os crimes de maio ou o “levante do dia das mães” (os “ataques do PCC”, que, segundo dados fornecidos por Arantes, resultaram em 493 mortes, das quais 47 foram de responsabilidade do PCC e as demais fruto da ação da polícia); as vítimas sociais e violência sofrida por agricultores rurais, sem-terra, índios e quilombolas e o “interdito proibitório” (sistema inconstitucional criado contra as greves dos assalariados, no caso os bancários, pelo qual fica estabelecido que o grevista, por ser um “patrimônio da empresa”, não tem direito à greve, podendo ser demitido por causar danos à empresa).</p>
<p>Citando fala de dirigente do MST que fez distinção entre o trabalhador, cidadão e o suposto “bandido” ao sofrer repressão e agressões por parte da polícia (confusão social), Paulo Arantes apontou para o fato do aparato repressivo da ditadura estar intacto, funcionando contra o pobre (torturas do preso comum). Explicou sobre o fantasma do aumento da violência urbana citando uma pesquisa de mestrado realizada por um acadêmico-policial (“Tiras, trutas e gansos”, de Guaracy Mingardi) que discorre sobre os artifícios da polícia para extorsão (o aumento da violência estaria diretamente relacionado ao aumento da extorsão, lógica da produtividade do crime).</p>
<p>O convidado explanou sobre o encarceiramento do pobre como medida de “segurança preventiva” que privilegia determinadas classes sociais; sobre como o poder punitivo se constitui (confiscando da vítima o poder de punir, não se tem direito à vingança e o poder é passado a outro legitimado: criação dos tribunais).</p>
<p>Após a fala de Paulo, o mediador e diretor da Cia. Antropofágica, Thiago Reis Vasconcelos, passou a palavra aos presentes, dando continuidade aos diálogos. Um deles discorreu sobre a situação dos bancários mediante o “interdito proibitório”, tendo sido ele próprio demitido e retaliado pela medida provisória baixada pelo governo.</p>
<p>Chico de Oliveira pontuou que o sistema capitalista só se expande pela exceção, que as formas democráticas são suportadas apenas pelas classes dominadas e não pelas dominantes, que num “Estado de exceção” – onde as medidas provisórias pululam – fica destacado o caráter inconstitucional da legislação (questões dos ricos é que chegam aos tribunais da elite). Paulo emendou dizendo que na cena teatral está ausente o debate sobre o trabalho e reduzido no cinema (o convidado citou como um dos filmes que trata do assunto “A casa de Alice”).</p>
<p>Outros presentes realizaram perguntas relacionadas à autocracia, às riquezas e ao papel da América Latina no cenário contemporâneo, as idéias de Chasin, sobre os conceitos de anti-valor e das teorias frankfurtianas.</p>
<p>Muitos questionamentos, muitas faíscas, muitos embates ideológicos.</p>
<p>O mais importante é que um espaço de reflexão e de trocas se estabeleceu em Pyndorama, uma possibilidade de destrinchar os discursos (os próprios e os alheios), tornando-os acessíveis, digeríveis, devoráveis. Evoé.</p>
<p>Mei Hua.</p>
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		<title>Diálogos Antropofágicos com Paulo Arantes e Chico de Oliveira</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 17:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Chico de Oliveira]]></category>
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		<description><![CDATA[A Cia. Antropofágica convida a]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2008/11/dialogo_antropofagico.jpg"></a><a href="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2008/11/arantes11.jpg"></a></p>
<p><span style="font-size: 7.5pt; color: #000000; font-family: Verdana;"><a href="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2008/11/arantes11.jpg"></a></span></p>
<p><a href="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2008/11/dialogo_antropofagico1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-201" title="dialogo_antropofagico1" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2008/11/dialogo_antropofagico1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>A Cia. Antropofágica convida a todos para devorar esses dois importantes pensadores brasileiros em uma roda regada a vinho e frutas.</p>
<p>O encontro faz parte do projeto <em>Liberdade em Pindorama</em>, contemplado pela Lei Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.</p>
<p>Saiba um pouco mais sobre Paulo Arantes e Chico de Oliveira abaixo.</p>
<p><span id="more-179"></span></p>
<p><a href="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2008/11/arantes12.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-193" title="arantes12" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2008/11/arantes12.jpg" alt="" width="292" height="280" /></a><a href="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2008/11/image_preview1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-194" title="image_preview1" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2008/11/image_preview1-201x300.jpg" alt="" width="201" height="284" /></a></p>
<p>Prof. Paulo Arantes é doutor em filosofia pela Universidade de Paris IV, professor aposentado da Universidade de São Paulo. Autor de diversas obras. Dirige a coleção Zero a Esquerda da Editora Vozes e a coleção Estado de Sítio da Editora Boitempo.</p>
<p>Prof. Francisdo de Oliveira, mais conhecido como Chico de Oliveira, é um dos mais importantes sociólogos brasileiros. Professor titular de sociologia da Universidade de São Paulo e diretor do Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania &#8211; Cenedic &#8211; USP. Autor de várias obras, tais como <em>O ornitorrinco</em> (Boitempo), <em>Elegia para uma re(li)gião</em> (Paz e Terra), dentre outros.</p>
<p><a href="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2008/11/image_preview.jpg"></a></p>
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		<title>Melhor não Incomodá-la, MiniCia</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 16:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Alves Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[Cortazar]]></category>
		<category><![CDATA[minicia]]></category>
		<category><![CDATA[pyndorama]]></category>

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		<description><![CDATA[Para criar o espetáculo &#8220;Melhor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2008/11/foto-am-alta-2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-40" title="foto-am-alta-2" src="http://pyndorama.com/wp-content/uploads/2008/11/foto-am-alta-2-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Para criar o espetáculo &#8220;Melhor não Incomodá-la&#8221;, a MiniCia Teatro partiu do conto &#8220;A Saúde dos Doentes&#8221;, de Júlio Cortazar,  para a construção de uma cena metateatral em que o jogo dos atores diante do público, no tempo presente, é análogo ao jogo ficcional das personagens, em que uma família representa (ou encena) uma nova realidade com o pretexto de preservar sua matriarca (ou a si próprios?) da &#8220;dura e verdadeira realidade&#8221; da morte do filho.</p>
<p><span id="more-39"></span></p>
<p>Na mesma medida em que os atores buscam convencer o público de que são as personagens, estas desejam convencer Mamãe de que Alejandro, o filho morto em um acidente de carro, está viajando a trabalho e não poderá retornar tão cedo. Mas, em ambos os casos, tanto o espectador como Mamãe podem saber que tudo não passa de um jogo.</p>
<p><strong>Sinopse</strong></p>
<p>Alejandro morre em um acidente de carro e seus irmãos e tios não acham conveniente contar a Mamãe, que tem a saúde tão debilitada. Até o Dr. Bonifaz, médico da família, recomenda que lhe poupem da notícia fúnebre. Mesmo Maria Laura, noiva do defunto, após hesitar muito, percebe que a melhor escolha é aceitar que Alejandro está no Brasil, a trabalho, e não poderá voltar tão cedo a Buenos Aires. Essa &#8220;piedosa comédia&#8221; se estende por mais de um ano. Cada qual assume um papel diferente e fundamental na trama. Uma realidade construída com tanta contundência que talvez não possa se findar. Nem mesmo se Mamãe já não lhe desse crédito&#8230; Talvez nem diante da morte de um outro membro da família&#8230; Nem que se findasse a própria razão da comédia.</p>
<p><strong>A MiniCia Teatro</strong></p>
<p>A MiniCia Teatro formou-se em 2004, quando seis alunos do curso de graduação em Artes Cênicas da Unicamp juntaram-se para a montagem do espetáculo de formatura. Seis Personagens à Procura de um Ator, baseado no texto de Luigi Pirandello, Seis Personagens à Procura de um Autor, configurou-se no primeiro trabalho do grupo.</p>
<p>Com direção dos artistas e professores Verônica Fabrini e Marcelo Lazzaratto, o espetáculo estreou no Depto. de Artes Cênicas da Unicamp, em Dezembro de 2004; participou do Fringe, no Festival de Curitiba, em 2005 e, neste mesmo ano, apresentou-se no Espaço Contraponto em São Paulo, fazendo parte da programação da Semana MiniCia Teatro, que reuniu mais três trabalhos, em processo, realizados pelo grupo.</p>
<p>Na sua atual configuração, a MiniCia Teatro é integrada por artistas das mais diversas formações (teatro, cinema, arquitetura, educação artística) que trabalham juntos ao redor de um projeto artístico bastante diversificado, que vem ganhando identidade pela investigação continuada da linguagem teatral a partir de temas recorrentes: o teatro épico e o teatro dramático, interpretação e representação no trabalho do ator; as noções de realidade e verdade e as articulações da linguagem teatral ao abordar tais conceitos.</p>
<p>Em 2006 a Cia estreou, no Teatro Humboldt, em São Paulo, o espetáculo infantil Abaixo das Canelas, com dramaturgia e direção de Giuliano Tierno, baseado na obra homônima de Eva Furnari. A Peça concorreu ao Prêmio Coca-Cola de melhor figurino e, em 2007, viajou pelo interior de São Paulo, com apoio do PAC 21, edital de circulação de espetáculos da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, lançado em 2006.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p>Direção:<br />
Giuliano Tierno</p>
<p>Dramaturgia:<br />
Rui Calvo</p>
<p>Elenco:<br />
Bruno Cordeiro,<br />
Flávio Rodrigo,<br />
Francisco Wagner,<br />
Heidi Monezzi,<br />
Lucélia Machiaveli,<br />
Luisa Helene,<br />
Mariza Junqueira e<br />
Vanessa Medeiros</p>
<p>Estudos da Linguagem:<br />
Luisa Helene</p>
<p>Estudos de Dança:<br />
Natália Mendonça</p>
<p>Figurino e Cenário:<br />
Mira Andrade</p>
<p>Iluminação:<br />
Flávio Rodrigo</p>
<p>Direção Musical:<br />
Tibério César</p>
<p>Fotos:<br />
Dudu Antunes</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Melhor não Incomodá-la.<br />
Direção: Giuliano Tierno.<br />
Com MiniCia Teatro.<br />
Duração: 80 minutos<br />
Datas: de 06 a 27 de novembro de 2008<br />
Horários: Quintas-feiras, às 21h30<br />
Local: Espaço Cultural Pyndorama<br />
Endereço: Rua Turiaçu, 481, Perdizes<br />
Ingressos: R$ 20,00 (meia-entrada para estudantes, idosos e classe artística)<br />
Informações: (11) 3871 0373<br />
Blog do grupo: miniciateatro.blogspot.com</p>
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